segunda-feira, fevereiro 04, 2008
domingo, fevereiro 03, 2008
Não somos republicanos nem democratas
Após ler algumas coisas muito interessantes aqui na net resolvi partilhar convosco este texto, parte integrante da formação cívica leccionada nas nossas escolas no ensino básico. Não sei honestamente se ainda é válido mas o resumo da nossa democracia é... isso mesmo, um resumo.
Não faz parte do nosso adn. Basta ver quanto tempo tivemos desta dita "democracia" na nossa história.
Assumindo a validade do raciocínio anterior parece-me mais que lógico afirmar que o nosso adn é monárquico. Portugal foi fundado em 1143 e em 1910 é instaurada a republica... Para quem acredita na força dos hábitos e na tal memória histórica colectiva como justificação para comportamentos sociais acho que é obrigatório aceitarmos o facto de sermos um povo habituado à causa real.
No entanto não acredito que alguma vez se retorne a uma forma de sistema politico onde uma das partes tem o poder adquirido (por mais ténue que seja esse poder). É uma pena! Mas será que um regime presidencialista, ou semi-presidencialista faria sentido no nosso país? Será que a alteração da forma poderia estancar um pouco o descrédito perante os políticos?
Será que é preciso mudar alguma coisa? Será que ainda não trabalhamos bem este modelo? Será que há resposta para isto?
por
Anónimo
às
19:59
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separadas à nascença
por
Rodrigo
às
16:37
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Etiquetagem governo, Politica Nacional, separadas à nascença
quinta-feira, janeiro 31, 2008
Reforço de peso!
por
Rodrigo
às
19:49
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Etiquetagem Causa Real, Monarquia, Paulo Teixeira Pinto, Politica Nacional
Não percebo os medos e receios
por
Rodrigo
às
10:06
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Etiquetagem agência comunicação, lobbie, Parlamento, Politica Nacional
quarta-feira, janeiro 30, 2008
ai ... se a Ana Gomes sabe disto!
por
Rodrigo
às
10:23
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Etiquetagem Açores, guantanamo
Delirios! ( * )
( * ) ou "Porque no te callas ... "
por
Rodrigo
às
10:19
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Etiquetagem delirio, governo, Pinho, Politica Nacional
ele queria uma OPA só para ele...
por
Rodrigo
às
10:11
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Etiquetagem Berardo, cultura, governo, OPA, remodelação
miminho à ala esquerda
por
Rodrigo
às
10:07
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Etiquetagem governo, miminhos, PS, remodelação
domingo, janeiro 27, 2008
Dom Carlos I: Tudo tinha sido diferente?
A pretexto do post do Rodrigo aconselho a fantástica entrevista publicada no Jornal "Público" deste domingo no consequência do programa "Diga Lá Excelência".
Para ouvir a entrevista clica aqui.
Guardo esta frase a certa altura da entrevista:
"Os portugueses gostam de governantes austeros?De certa forma, durante o século XX, uma das manhas dos governantes, umas vezes sinceramente, outras hipocritamente, passa por esta imagem de austeridade, de um modelo quase sacerdotal. Salazar era o monge no poder. E julgo que isto em parte sucede porque o poder em Portugal pode muito, razão porque os portugueses ainda apreciam os que se sentam na cadeira do poder dizendo que o fazem a contragosto, com sacrifício, sem tirar vantagem nenhuma daquilo."
Vale a pena ler ou ouvir sobre este fantástico momento na história.
por
Anónimo
às
17:07
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Etiquetagem História, liberalismo, Monarquia, Politica Nacional, Rei
Porque não somos um país desenvolvido!
sábado, janeiro 26, 2008
Trabalhar trabalhar trabalhar
Quando é que estes governantes de ordenado mensal confortávelzinho alteram a porcaria da lei do trabalho para que os trabalhadores tenham que ter uma consciência do que é trabalho? Uma lei que potencie a ideia efectiva de produção de trabalho, de competição para a evolução e da oportunidade que é ser despedido.
É preciso alterar hábitos e consciências? Então não se torne o acto de contratação das empresas num método de alto risco ou num esquema legal para poder despedir se não houver produção ou compatibilidade.
E mais importante: ACABEM COM A ***** DOS RECIBOS VERDES (pelo menos na forma como está hoje estruturada)!
A tendência da diminuição dos laços de trabalho entre os empregados e os empregadores é uma tendência. A flexisegurança irá sem dúvida acentuar isso. QUAL É O PROBLEMA!!!
A questão central é o volume de trabalho. A vida nesta era do conhecimento será sempre mais pragmática: há um objectivo para se produzir, os melhores conseguem e os piores esforçam-se mais ou procuram outra coisa para fazer.
Não é na obrigação do vínculo que se cria a confiança no mercado laboral.
Cambada de comunas preguiçosos.
Aposto que se o parlamento tivesse um terço dos deputados a ganhar o triplo e sem hipóteses de reformas por inteiro (entre outras benesses) tudo era bem mais eficaz.
E sim, é verdade:
Hoje acordei muito mais virado para a direita!
Talvez mais virado para a razão...
por
Anónimo
às
13:54
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quarta-feira, janeiro 23, 2008
Não fui eu que disse ...
por
Rodrigo
às
19:26
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Etiquetagem 31 da Armada, CML, Não fui eu que disse ..., PSD
Lei Eleitoral Autárquica
Foram várias as questões a serem discutidas e analisadas na opinião pública.
A Limitação de Mandatos. Entretanto aprovada, em 2005, com legislação especifica.
Reestruturação das Freguesias. No inicio do mandato do actual governo, António Costa, na altura Ministro e hoje Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, defendeu que as Freguesias com menos de 1000 habitantes deviam ser extintas, dando origem a uma alargada discussão sobre o tema e aos critérios a adoptar.
Impossibilidade do Presidente substituir Vereadores. São vários os casos em que passa a existir incompatibilidades entre dirigentes da mesma força política. O Presidente pode retirar pelouros a um vereador, mas este não o deixa de ser, mantendo-se em funções no órgão. E normalmente passa a votar contra, o que provoca uma deturpação do resultado eleitoral.
Executivos monocolores. Proposta recente que garante maioria no executivo municipal para a lista mais votada.
Esta última questão foi ganhando força com novas realidades inerentes das Autárquicas 2005, nomeadamente em Lisboa, com 5 forças políticas representadas no Executivo e Oeiras e Amarante, onde candidaturas Independentes aumentaram o numero de forças políticas representadas. Nestes casos não houve maiorias, provocando a necessidade de constantes negociações e acordos para a aprovação de propostas.
Com o resultado das Intercalares em Lisboa, esta realidade foi exponenciada. São, agora, 6 forças políticas num Órgão que se pretende Executivo, que seja célere!
Finalmente os dois maiores partidos políticos chegaram a acordo para as linhas orientadoras de uma nova lei.
Relativamente à actual realidade, a grande questão que se põe é o facto de ao nível do Município, elegerem-se dois “parlamentos”. Na pratica o Executivo Municipal (Câmara) funciona como uma assembleia, onde as propostas são discutidas e votadas. Elege-se ainda a Assembleia Municipal, órgão igualmente fiscalizador.
Tudo isto criou uma estrutura política e de decisão bastante pesada. Embora na maioria dos municípios não se faça sentir tanto, visto terem apenas duas forças políticas com uma delas em maioria, nos grandes municípios, pela dificuldade em atingir maiorias, os procedimentos e decisões são bastante difíceis.
Nova Lei
Em consequência do acordo entre PS e PSD, que alterações propõe a nova lei:
O eleitor passa a votar apenas para um órgão.
O Presidente da Câmara é o cabeça da lista mais votada;
É garantida a maioria dos membros do executivo à lista mais votada, independentemente da percentagem de votação;
Garante-se a presença das restantes forças políticas no executivo, mas em minoria e através do método de hondt;
O Presidente escolhe os vereadores de entre os membros eleitos na Assembleia Municipal;
Acrescenta competências à Assembleia Municipal, nomeadamente apreciação da constituição do Executivo e apresentação de Moções de Censura;
Existe uma redução dos membros dos executivos municipais, por exemplo Lisboa passa de 17 para 13.
Em certas votações na Assembleia Municipal, as inerências (Presidentes de Junta) não terão direito de voto;
Aprovação ou Rejeição de constituição de Executivo, Moções de Censura;
Aprovar as opções do plano e a proposta de orçamento, bem como as respectivas revisões;
Estas alterações podem ser consideradas um “passo em frente”. Mas pecam por alguma falta de coragem. Vários passos poderiam e deviam ter sido dados, mas mais uma vez se opta por soluções que não beliscam tanto algum status quo, existente em “leis não escritas”.
Se por um lado o eleitor passará a ter apenas um Boletim de Voto, ao nível Municipal, na pratica continuaremos a ter um órgão a funcionar na mesma lógica, ou seja, o Executivo, visto ser garantida a presença de oposição, mesmo que em minoria. Fará isto sentido quando se pretende aumentar as competências, nomeadamente de órgão fiscalizador, à Assembleia Municipal?
Uma boa decisão neste projecto de lei é o facto de permitir, ao Presidente eleito, remodelações do executivo. Mas será que isso resolverá tudo nos moldes propostos? É que o elemento “remodelado” voltará à Assembleia Municipal. Imagine-se que, o mais viável de acontecer, sai do Executivo incompatibilizado com o Presidente. Irá ele na Assembleia assumir que postura?
Muitos outros exemplos práticos poderão ser feitos ao abrigo das regras propostas que irão demonstrar um possível aumento da ingovernabilidade nos municípios.
Verdade seja dita, ao longo de 30 anos, na larga maioria dos casos, o Poder Local tem funcionado! Mas era necessário acabar com a aberração formal de ter dois “parlamentos” a funcionar ao mesmo nível.
Com outros dois exemplos de modelos no país que poderiam ter sido seguidos, optou-se por um outro “experimental”.
Porque não se elaborou proposta que encaminhasse numa lógica semelhante à Assembleia da República? Onde o órgão seria efectivamente executivo e o seu Presidente escolheria a sua equipa em total liberdade? Como se os vereadores fossem os Ministros?
Ou, outra possibilidade, propor um funcionamento à semelhança das Freguesias? Os membros do executivo saiam da Assembleia. Não havendo maioria nesta, assuma-se a necessidade de negociação entre as forças politicas representadas! Sem forçar a representação de oposições! Pois o lugar destas é nos órgãos fiscalizadores, ou seja, as assembleias!
Leva isto a considerar uma falácia a opinião de que esta ou outra proposta encaminhará o sistema no Poder Local para o bi-partidarismo! A representação das forças politicas faz sentido nas Assembleias, nos “Parlamentos”, tendo estes os poderes de fiscalização!
por
Rodrigo
às
14:44
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Etiquetagem Lei Eleitoral Autárquica
Se ...
... o lobbie estivesse reconhecido e regulamentado, no nosso país, ninguém iria colocar esta situação em causa! Sendo assim ... "let's get ready to Rumble"!
por
Rodrigo
às
11:25
1 politiquices
Etiquetagem agência comunicação, lobbie, Parlamento, PSD
Next Step by Antony Black
Nós por cá já temos um senhor deputado que quer dar este passo em frente.
Basta registar (email e telemóvel obrigatório) e temos acesso a discutir e confiar que a nossa opinião será levada em conta em discussões de diversas áreas.
Por favor clique aqui e seja bem-vindo ao mundo digital da democracia.
por
Anónimo
às
11:03
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Etiquetagem política nacional, PSD
sábado, janeiro 19, 2008
o meu Belenenses
por
Rodrigo
às
14:53
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Etiquetagem Belenenses
Não fui eu que disse ...
por
Rodrigo
às
14:50
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Etiquetagem Alegre, Não fui eu que disse ...






