domingo, janeiro 27, 2008
sábado, janeiro 26, 2008
Trabalhar trabalhar trabalhar
Quando é que estes governantes de ordenado mensal confortávelzinho alteram a porcaria da lei do trabalho para que os trabalhadores tenham que ter uma consciência do que é trabalho? Uma lei que potencie a ideia efectiva de produção de trabalho, de competição para a evolução e da oportunidade que é ser despedido.
É preciso alterar hábitos e consciências? Então não se torne o acto de contratação das empresas num método de alto risco ou num esquema legal para poder despedir se não houver produção ou compatibilidade.
E mais importante: ACABEM COM A ***** DOS RECIBOS VERDES (pelo menos na forma como está hoje estruturada)!
A tendência da diminuição dos laços de trabalho entre os empregados e os empregadores é uma tendência. A flexisegurança irá sem dúvida acentuar isso. QUAL É O PROBLEMA!!!
A questão central é o volume de trabalho. A vida nesta era do conhecimento será sempre mais pragmática: há um objectivo para se produzir, os melhores conseguem e os piores esforçam-se mais ou procuram outra coisa para fazer.
Não é na obrigação do vínculo que se cria a confiança no mercado laboral.
Cambada de comunas preguiçosos.
Aposto que se o parlamento tivesse um terço dos deputados a ganhar o triplo e sem hipóteses de reformas por inteiro (entre outras benesses) tudo era bem mais eficaz.
E sim, é verdade:
Hoje acordei muito mais virado para a direita!
Talvez mais virado para a razão...
por
Anónimo
às
13:54
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quarta-feira, janeiro 23, 2008
Não fui eu que disse ...
por
Rodrigo
às
19:26
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Etiquetagem 31 da Armada, CML, Não fui eu que disse ..., PSD
Lei Eleitoral Autárquica
Foram várias as questões a serem discutidas e analisadas na opinião pública.
A Limitação de Mandatos. Entretanto aprovada, em 2005, com legislação especifica.
Reestruturação das Freguesias. No inicio do mandato do actual governo, António Costa, na altura Ministro e hoje Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, defendeu que as Freguesias com menos de 1000 habitantes deviam ser extintas, dando origem a uma alargada discussão sobre o tema e aos critérios a adoptar.
Impossibilidade do Presidente substituir Vereadores. São vários os casos em que passa a existir incompatibilidades entre dirigentes da mesma força política. O Presidente pode retirar pelouros a um vereador, mas este não o deixa de ser, mantendo-se em funções no órgão. E normalmente passa a votar contra, o que provoca uma deturpação do resultado eleitoral.
Executivos monocolores. Proposta recente que garante maioria no executivo municipal para a lista mais votada.
Esta última questão foi ganhando força com novas realidades inerentes das Autárquicas 2005, nomeadamente em Lisboa, com 5 forças políticas representadas no Executivo e Oeiras e Amarante, onde candidaturas Independentes aumentaram o numero de forças políticas representadas. Nestes casos não houve maiorias, provocando a necessidade de constantes negociações e acordos para a aprovação de propostas.
Com o resultado das Intercalares em Lisboa, esta realidade foi exponenciada. São, agora, 6 forças políticas num Órgão que se pretende Executivo, que seja célere!
Finalmente os dois maiores partidos políticos chegaram a acordo para as linhas orientadoras de uma nova lei.
Relativamente à actual realidade, a grande questão que se põe é o facto de ao nível do Município, elegerem-se dois “parlamentos”. Na pratica o Executivo Municipal (Câmara) funciona como uma assembleia, onde as propostas são discutidas e votadas. Elege-se ainda a Assembleia Municipal, órgão igualmente fiscalizador.
Tudo isto criou uma estrutura política e de decisão bastante pesada. Embora na maioria dos municípios não se faça sentir tanto, visto terem apenas duas forças políticas com uma delas em maioria, nos grandes municípios, pela dificuldade em atingir maiorias, os procedimentos e decisões são bastante difíceis.
Nova Lei
Em consequência do acordo entre PS e PSD, que alterações propõe a nova lei:
O eleitor passa a votar apenas para um órgão.
O Presidente da Câmara é o cabeça da lista mais votada;
É garantida a maioria dos membros do executivo à lista mais votada, independentemente da percentagem de votação;
Garante-se a presença das restantes forças políticas no executivo, mas em minoria e através do método de hondt;
O Presidente escolhe os vereadores de entre os membros eleitos na Assembleia Municipal;
Acrescenta competências à Assembleia Municipal, nomeadamente apreciação da constituição do Executivo e apresentação de Moções de Censura;
Existe uma redução dos membros dos executivos municipais, por exemplo Lisboa passa de 17 para 13.
Em certas votações na Assembleia Municipal, as inerências (Presidentes de Junta) não terão direito de voto;
Aprovação ou Rejeição de constituição de Executivo, Moções de Censura;
Aprovar as opções do plano e a proposta de orçamento, bem como as respectivas revisões;
Estas alterações podem ser consideradas um “passo em frente”. Mas pecam por alguma falta de coragem. Vários passos poderiam e deviam ter sido dados, mas mais uma vez se opta por soluções que não beliscam tanto algum status quo, existente em “leis não escritas”.
Se por um lado o eleitor passará a ter apenas um Boletim de Voto, ao nível Municipal, na pratica continuaremos a ter um órgão a funcionar na mesma lógica, ou seja, o Executivo, visto ser garantida a presença de oposição, mesmo que em minoria. Fará isto sentido quando se pretende aumentar as competências, nomeadamente de órgão fiscalizador, à Assembleia Municipal?
Uma boa decisão neste projecto de lei é o facto de permitir, ao Presidente eleito, remodelações do executivo. Mas será que isso resolverá tudo nos moldes propostos? É que o elemento “remodelado” voltará à Assembleia Municipal. Imagine-se que, o mais viável de acontecer, sai do Executivo incompatibilizado com o Presidente. Irá ele na Assembleia assumir que postura?
Muitos outros exemplos práticos poderão ser feitos ao abrigo das regras propostas que irão demonstrar um possível aumento da ingovernabilidade nos municípios.
Verdade seja dita, ao longo de 30 anos, na larga maioria dos casos, o Poder Local tem funcionado! Mas era necessário acabar com a aberração formal de ter dois “parlamentos” a funcionar ao mesmo nível.
Com outros dois exemplos de modelos no país que poderiam ter sido seguidos, optou-se por um outro “experimental”.
Porque não se elaborou proposta que encaminhasse numa lógica semelhante à Assembleia da República? Onde o órgão seria efectivamente executivo e o seu Presidente escolheria a sua equipa em total liberdade? Como se os vereadores fossem os Ministros?
Ou, outra possibilidade, propor um funcionamento à semelhança das Freguesias? Os membros do executivo saiam da Assembleia. Não havendo maioria nesta, assuma-se a necessidade de negociação entre as forças politicas representadas! Sem forçar a representação de oposições! Pois o lugar destas é nos órgãos fiscalizadores, ou seja, as assembleias!
Leva isto a considerar uma falácia a opinião de que esta ou outra proposta encaminhará o sistema no Poder Local para o bi-partidarismo! A representação das forças politicas faz sentido nas Assembleias, nos “Parlamentos”, tendo estes os poderes de fiscalização!
por
Rodrigo
às
14:44
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Etiquetagem Lei Eleitoral Autárquica
Se ...
... o lobbie estivesse reconhecido e regulamentado, no nosso país, ninguém iria colocar esta situação em causa! Sendo assim ... "let's get ready to Rumble"!
por
Rodrigo
às
11:25
1 politiquices
Etiquetagem agência comunicação, lobbie, Parlamento, PSD
Next Step by Antony Black
Nós por cá já temos um senhor deputado que quer dar este passo em frente.
Basta registar (email e telemóvel obrigatório) e temos acesso a discutir e confiar que a nossa opinião será levada em conta em discussões de diversas áreas.
Por favor clique aqui e seja bem-vindo ao mundo digital da democracia.
por
Anónimo
às
11:03
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Etiquetagem política nacional, PSD
sábado, janeiro 19, 2008
o meu Belenenses
por
Rodrigo
às
14:53
0
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Etiquetagem Belenenses
Não fui eu que disse ...
por
Rodrigo
às
14:50
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Etiquetagem Alegre, Não fui eu que disse ...
semana a correr
Foi uma semana de muito trabalho! E terminou bem!
Veremos se consigo voltar a postar com frequência.
Para já, somos um trio a postar! E os outros? Onde anda a "esquerda"?
por
Rodrigo
às
14:45
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Etiquetagem assuntos internos
sexta-feira, janeiro 18, 2008
Governo à imagem do Primeiro Ministro
Este Governo está realmente bem e cada vez mais gosta de ser todo ele à imagem e semelhança do Primeiro-ministro, já não é só o Silva Pereira.
Ora senão vejamos:
Recuo na Lei do Tabaco
Recuo na localização do novo aeroporto
Recuo nas Leis Penais
Recuo nas promessas eleitorais, a relembrar: não aumento os impostos, criação de 150 000 postos de trabalho, referendo ao Tratado.
Isto á que é lealdade institucional, passa tudo a ser às "arrecuas"
por
Vítor Manuel Palmilha
às
14:38
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quinta-feira, janeiro 17, 2008
Referendar
Compreendo a decisão do senhor SÓcrates. Os motivos que apresenta são na minha perspectiva razoáveis. A questão da conjectura internacional e do verdadeiro contexto do Tratado com o nome da nossa capital parecem-me suficientemente orientadores para se incumprir uma predisposição eleitoral (o senhor SÓcrates disse que não prometeu referendar este referendo em específico). No entanto tenho-me interrogado com frequência porque é que Portugal, país historicamente habituado a contactar com outros povos, nunca votou sobre a Europa.
Eu acredito que faz sentido o poder representativo. Eu voto num político qualquer de um qualquer partido para tomar decisões.
Mas interrogo-me sobre os motivos que levaram a nossa classe dirigente a nunca em 20 anos ter colocado nas urnas de voto este tema fundamental. Não sei que motivo pode haver para além da normal e pequena arrogância politica.
Espero que as crises do futuro nunca tomem dimensões desmesuradas. Acho que são decisões como esta que revelam falta de dimensão politica dos governantes.
Vai ser tão fácil por isto tudo em causa...
por
Anónimo
às
23:19
0
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Etiquetagem política nacional, referendo
Cada coisa a seu tempo...
Não vou tecer qualquer juízo de valor sobre pessoas que são acusadas ou simplesmente arguidas, vou cumprir mentalmente a lei e assumir que são todos inocentes até prova em contrário.
Mas sobre uma pessoa já o posso fazer:
Desculpe Gabriela, por tudo o que lhe tentaram fazer, fizeram, disseram e usaram, com um mero objectivo mesquinho.
Este é o nosso país, afinal parece que a justiça ainda funciona, ainda que a pedido e tarde...
por
Vítor Manuel Palmilha
às
17:19
0
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segunda-feira, janeiro 14, 2008
não escrevi, mas podia ter escrito!
O meu pai escreveu ... e escreveu bem!
já lá vão os tempos em que Rangel era uma voz credivel!
por
Rodrigo
às
11:28
0
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Etiquetagem azia, Cambalhota, ciúmes, rangel
capacidade auto flagelativa
por
Rodrigo
às
11:00
0
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Etiquetagem conspirações, PSD
Contestatário Tecnológico
Há politicos que não precisam de choques tecnológicos para usarem as novas tecnologias na acção política!
ver aqui!
por
Rodrigo
às
10:33
0
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sexta-feira, janeiro 11, 2008
Toda a verdade - Alcochete
São vergonhosas as análises limitadas e o aproveitamento político que têm feito em relação à decisão do governo. Não percebem que se trata de uma decisão de segurança nacional.
Quando se decide construir um aeroporto que terá relevância em várias ligações intercontinentais deve-se ter em conta a crescente ameaça do terrorismo.
Assim sendo fiquem a saber que o Rei D. Manuel I - (Rei d'Aquém e d'Além-Mar em África, Senhor da conquista e da navegação da Arábia, Pérsia e Índia), nasceu nesta terra. Parece-me que o nome ALcochete associado ao simbolismo da terra do Senhor da conquista e da navegação da Arábia, Pérsia e Índia num campo de tiro será o suficiente para afastar a vontade de atentados, pelo menos de grupos fundamentalistas islâmicos.
Óbvio não é?
por
Anónimo
às
15:32
0
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It Don't Matter If You're Black Or Woman
Acompanhei toda a noite as primárias de New Hampshire. A perspectiva dos analistas políticos é fascinante e são óbvios e assumidos os apoios dos media aos seus candidatos. E os discursos dos candidatos... Puro e fascinante trabalho sobre a arte de comunicar...
Muito giro, muito bom.
Das infinitas análises que se podem fazer sobre um mesmo tema achei relevante partilhar dois dos argumentos utilizados para justificar a diferença dos resultados eleitorais para as sondagens. Em primeiro o fácil acesso dos eleitores à informação dos candidatos que pode fazer que alterem a opinião quando se aproxima o escrutínio (uma analise sustentada no volume de acessos aos sites dos candidatos). Em segundo a diferença da resposta a uma sondagem para o momento do voto. É moderno ou progressista afirmar que se vote num negro ou numa mulher mas não quer dizer que se "consiga" assumir esse facto no momento de efectivar o voto. Este é um dos factores que colocaram o Edwards como o candidato que mais facilmente ganhava a qualquer candidato republicano.
por
Anónimo
às
12:26
0
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Etiquetagem política internacional, presidenciais americanas
Sarkozy Sarkozy
por
Anónimo
às
12:03
0
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Aeroporto!
Assim este blog também falou do novo aeroporto.
O poder dos gatos!
por
Rodrigo
às
08:23
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Etiquetagem Gato Fedorento, SIC
quarta-feira, janeiro 09, 2008
Está Tratado
por
Anónimo
às
14:57
0
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"só" para lembrar...
que este projecto de regulamento de atribuição de subsídios foi iniciativa do anterior executivo, PSD e presidido por Carmona Rodrigues.
por
Rodrigo
às
14:42
0
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E agora Zé?
por
Rodrigo
às
12:53
0
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Etiquetagem CML, Quem faz falta?, Rock in Rio, SArna
inglês técnico
por
Rodrigo
às
12:27
0
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Etiquetagem inglês técnico, presidência união europeia
olhadelas
vale a pena dar uma "olhadela" pelo Observatório online, criado pelo ITD, para acompanhar as Presidenciais Americanas.
Mas uma "olhadela" a sério, visita prolongada e diária!
por
Rodrigo
às
10:57
0
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Etiquetagem olhadelas, presidenciais americanas
terça-feira, janeiro 08, 2008
nos soundbites ninguém os vence
eis algo em que o Berloque de Esquerda é imbativel, na criação de soundbites!
ora veja-se mais este, em ataque a Armando Vara:
Banca: BE acusa Armando Vara de «bigamia financeira»
haviam de servir para alguma coisinha ... porque de resto ...
por
Rodrigo
às
19:38
0
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Etiquetagem berloque, soundbites
passa a outro e não ao mesmo
já não é a primeira vez que faço este teste!
continuo a achar que está, em bom português, martelado!
ou então ... como tenho vindo a defender, as diferenças generalistas habituais entre Esquerda e Direita já não fazem sentido!
Era o que mais faltava, pelo facto de me considerar de Direita, ter de ser Conservador em tudo e a expressão "liberalizar" me causar incómodo!
por
Rodrigo
às
18:02
0
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sexta-feira, janeiro 04, 2008
Então porquê agora?
«há pessoas que foram exoneradas às quais nenhuma responsabilidade disciplinar ou criminal foi imputada. Trata-se simplesmente de confiança política».
António Costa no seguimento das exonerações de dirigentes do urbanismo da CML.
por
Rodrigo
às
12:52
0
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Etiquetagem CML
Ganhou vergonha! Ou não!
Depois de despromovido, Francisco Penim decidiu sair do Grupo Impresa!
Terá ganho vergonha na cara?
Ou teremos novidades a pouco tempo?
por
Rodrigo
às
12:47
0
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Acordou para a vida!
Depois de anos sem nada fazer, Vitor Constâncio corre atrás do prejuízo.
por
Rodrigo
às
12:43
0
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quinta-feira, janeiro 03, 2008
toma lá!
"Não, o Benfica não é um adversário especial. Especial é o Belenenses, clube que me orgulho muito de representar..."
por
Rodrigo
às
20:21
0
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Etiquetagem Belenenses, pasquins, toma lá
"só" para lembrar...
... que a sindicância, pela PGR, aos serviços de urbanismo da Câmara Municipal de Lisboa foi solicitada pelo Prof. Carmona Rodrigues!
Nem Costa nem Zé!
por
Rodrigo
às
19:42
0
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Diferenças de Estilo
por
Rodrigo
às
19:31
1 politiquices
Etiquetagem atitude, coragem, dar o exemplo
Só pode ser 1 de Abril
por
Rodrigo
às
14:51
0
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Etiquetagem 1 de Abril
Não fui eu que disse ...
por
Rodrigo
às
14:43
0
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Etiquetagem Não fui eu que disse ...
quarta-feira, janeiro 02, 2008
e na blogosfera ... convulsões à direita
Depois de uma forte guerrilha no blog da Atlântico, adivinham-se momentos conturbados no 31 da Armada!
Depois deste post, como irá reagir o meu homónimo?
Ficará sem resposta? Duvido! E terá de o fazer não deixando de ser um Cavalheiro!
por
Rodrigo
às
16:58
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Ano Novo ... Vida Nova???
dia 2 Janeiro!
não havia filas para comprar a senha do passe;
havia lugares sentados no comboio;
o metro não parecia lata de sardinhas;
em pleno centro de Lisboa há lugares para estacionar;
os telefones não tocam;
até os cafés estão vazios;
Mais um dia com o país a "meio gás"!
Ano novo?!
por
Rodrigo
às
10:04
0
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segunda-feira, dezembro 31, 2007
Não fui eu que disse ...
"Sócrates foi apenas a barriga de aluguer da sra. Merkel”
António Barreto in Expresso
por
Rodrigo
às
10:55
0
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Etiquetagem Não fui eu que disse ...
analogia combativa
Neste momento, Miguel Cadilhe está para o BCP como Chris Jericho está para a WWE!
Para quem acompanha o fenómeno da WWE percebe bem esta analogia. E já imagino o Contra Informação, que se tem ispirado na WWE para alguns episódios, a levar à practica esta analogia!
por
Rodrigo
às
10:23
0
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quarta-feira, dezembro 26, 2007
terça-feira, agosto 14, 2007
Silly Season!
Pois, isto de ser Verão tem que se lhe diga...ou não! Com os políticos da nossa praça a banhos, pouco ou nada à a dizer. O PSD continua no seu ritual de hara kiri, o PM fugiu para parte incerta, os jornalistas estão tristes porque estão a atentar contra a liberdade de imprensa. Ok, tá tudo bem, só o Verão é que está fracote... ainda assim é Verão. Até Setembro!
por
Lomu
às
18:50
0
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quarta-feira, junho 06, 2007
Era isto a democracia do 25 de Abril? Ainda bem que existiu outro!
por
Vítor Manuel Palmilha
às
08:57
4
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terça-feira, junho 05, 2007
Já lá vai o tempo...
por
Vítor Manuel Palmilha
às
18:27
1 politiquices
São estas as Razões do Socialismo???
por
Vítor Manuel Palmilha
às
18:22
0
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Escutas do Processo Casa Pia, lembram-se???
Para quem não se esquece,
Para quem não se quer esquecer,
Mas principalmente,
Para quem quer que nos esqueçamos!
por
Vítor Manuel Palmilha
às
17:56
0
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sexta-feira, junho 01, 2007
Dia Mundial da Criança
Hoje é o Dia Mundial da Criança! Eu por acaso não sabia, não ligo muito a essas coisas, não sei se por ser um bruto, se por existirem dias para tudo e mais alguma coisa, que no fundo não significam absolutamente nada. O que interessa, é que o Ministro da Economia sabia. Tendo-se deslocado a Évora para uma visita relacionada com investimentos na área energética, o Sr. Ministro é questionado quanto a uma empresa da região que iria fechar levando 150 pessoas para o desemprego. Manuel Pinho, no seu estilo inconfundível, limita-se a responder: "hoje é o Dia Mundial da Criança, como tal, não respondo a essa questão". Só me resta propor a mudança de ministério ao Ministro mais engraçado do Governo.
por
Lomu
às
16:16
1 politiquices
Direito não é igual a obrigação
Eu tenho o direito de fazer greve.
E também tenho o direito de não a fazer.
E tenho o dever de produzir.
E tenho o dever de respeitar as opiniões dos outros.
E tenho o direito de receber o meu ordenado quando trabalho.
E tenho o direito de fazer greve. E aí não vou trabalhar. Logo não posso receber.
Será que ainda ninguém percebeu os milhões que o país perde com estas greves???
Será que ainda ninguém percebeu que as greves têm maior adesão porque são forçadas? Onde está a democracia desses prepotentes que a adevogam como sendo uma conquista sua??? Sindicatos?? Se defendessem realmente os interesses dos trabalhadores não tinham estas atitudes... No mínimo, Rídiculo.
Pode ser que um dia morram por si só...
por
Vítor Manuel Palmilha
às
13:29
0
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Muito interessante...
por
Vítor Manuel Palmilha
às
13:22
2
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quinta-feira, maio 31, 2007
Dia de Praia

Mais uma grande iniciativa da CGTP e suas congéneres, proporcionaram um dia de praia a algumas centenas de portugueses. Estou de acordo com a medida e acho até que se devia institucionalizar. Proponho desde já o dia 1 de Junho, de forma a coincidir com a abertura oficial da época balnear. Foi também para mim motivo de regojizo quando Carvalho da Silva afirmou que tinham conseguido fechar bastantes escolas, e algumas alas de hospitais! Bom trabalho! Foi certamente um dia de festa. Bom... talvez não para aquela malta que teve mesmo que ir trabalhar e teve de acordar ainda mais cedo para apanhar o autocarro superlotado...mas que interessa isso? A greve foi um sucesso!
por
Lomu
às
13:41
0
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quarta-feira, maio 30, 2007
Greve Geral
por
Tânia Mealha
às
20:07
0
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Etiquetagem política nacional
A eterna protecção dos funcionários...
Sou um daqueles que apelidam este governo como uma ditadura encapotada.
Apesar disso, não percebo a polémica e a recura da Comissão de Protecção de Dados em não permitir que informáticamente se saiba quem fez greve.
Para quem não sabe, esses números serão sempre alcançados.
A diferença reside no calote que milhares de funcionários fazem ao estado, não declarando a greve e recebendo todo o ordenado indevidamente.
Será que os interesses instalados e os sindicatos vão continuar a ganhar esta batalha contra o País?
por
Vítor Manuel Palmilha
às
16:23
0
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segunda-feira, maio 07, 2007
políticas liberais e "não neoliberais"
Néstor Kirchner na Argentina e Hugo Chávez na Venezuela só cometem erros, dizem os neoliberais. Mas, os seus países continuam a crescer: a Argentina cresce a mais de 8% ao ano desde 2003 e a Venezuela tem crescido a mais de 10% a.a. desde que foi derrotado o golpe de estado contra Chávez, em Abril de 2002. Crescimento do PIB, Argentina 2003-07: 8,8%, 9,0%, 9,2,%, 8,5%, 7,4%; Venezuela 2004-07: 18,3%, 10,3%, 10,3%, 7%. (COSTA, Antonio Luiz M. C. Vidas Paralelas. Nosso Mundo. Revista CartaCapital nº 434, 7/3/2007 pp. 30-32).
por
Tânia Mealha
às
16:35
1 politiquices
Etiquetagem anti neoliberalismo, liberalismo, política internacional
A França e Sarkozy
por
Tânia Mealha
às
15:56
0
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Etiquetagem liberalismo, neoliberalismo, política internacional
"Prós e Contras", a televisão pública numa demonstração de democratura
A RTP vai emitir na próxima segunda-feira mais uma edição do programa “Prós e Contras” sob o tema “Choque de valores”, onde anuncia a discussão de um conjunto de elementos de grande actualidade política e ideológica, nomeadamente as eleições presidências em França e as regionais na Madeira, a situação na Câmara Municipal de Lisboa e as eleições que em breve ocorrerão, o que distingue a Esquerda da Direita, entre outros.
Para o painel de convidados está anunciada a presença do último candidato presidencial do PS (Mário Soares), de um ex-presidente do CDS-PP (Adriano Moreira), de um deputado do PSD (Paulo Rangel) e de um dirigente e eurodeputado do BE (Miguel Portas), excluindo de forma inqualificável a presença do PCP, partido que, registe-se, é a terceira força política nacional com representação na Assembleia da República, isto para além das posições e responsabilidades que assume no Concelho de Lisboa e na Região Autónoma da Madeira.
Registe-se também que, após a divulgação pela RTP do conteúdo e do formato do programa, o PCP procurou junto da produção do “Prós e Contras” e da Direcção de Programas da RTP, sugerir a participação de um membro do PCP, hipótese esta que foi cabalmente rejeitada.
O Painel de convidados que foi anunciado, não suscita qualquer dúvida quanto à relação entre os presentes e o partido político a que pertencem, pelo que a exclusão do PCP por parte da RTP só pode ser entendida como forma de silenciar e apagar o papel, a reflexão e intervenção dos Comunistas, numa atitude que viola o pluralismo, o rigor, o respeito pelos telespectadores a que qualquer operador de televisão está vinculado, ainda mais no caso da RTP como prestador de serviço público.
O PCP não aceita esta discriminação e amanhã dia 7, irá fazer deslocar para junto das instalações da Casa do Artista, pelas 21 horas, local de onde o programa Prós e Contras será emitido, uma numerosa delegação com o objectivo de participar no programa e expressar o seu veemente protesto perante esta inaceitável exclusão. O PCP desenvolverá ainda um outro conjunto de iniciativas com vista a repor o pluralismo na televisão pública.
por
Tânia Mealha
às
02:07
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Etiquetagem política nacional
sexta-feira, maio 04, 2007
Festividades
Para quando as celebrações do 25 de Novembro? Depois das festividades revolucionárias que ocupam o nosso país na Primavera, proponho as festividades de Outono! Só para manter as coisas em perspectiva.
por
Lomu
às
18:00
0
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Há dias em que a TV educa mesmo
Ora, a frase: "o trabalho liberta", fez-me lembrar o que se diz por aí nos cemitérios: "levantem-se malandros, que o trabalho dá saúde!".
Mas o mais espantoso, foi Anacoreta Correia ter dito que o dito "o trabalho liberta" também se encontra em escritos de dioceses, como se isso não tivesse nada em comum com a ideia de Hitler, e Paulo Portas tivesse dito isso com outra intenção. Isso não me espanta nada!
Até ao fim da Idade Média, a representação do trabalho permanece sem alterações significativas. Até aqui o que é notável é não ser o trabalho o núcleo das relações sociais. Contudo, "a divisão da sociedade em duas partes, uma submetida à necessidade de trabalhar e a outra vivendo do trabalho da primeira, prova o contrário. (...) Mas o trabalho não estrutura a sociedade no sentido em que não determina a ordem social” (Méda, 1999, p.52). Não obstante, é no período do Império Romano que se começa a dar a lenta transformação na forma como se preconiza o trabalho, à qual iremos aceder no fim da Idade Média. Nos primórdios da cristianização do Império Romano, o trabalho continuava a ser visto como uma punição, dado que o homem devia era consagrar a sua vida a Deus, e enquanto punição de Adão pelo seu pecado pode ler-se no Génesis (in Méda, 1999, p.53):
“o chão será maldito por tua causa. Será à força que tirarás todos os dias da tua vida o teu alimento, que produzirá espinhos e abrolhos, e terás para comer a erva dos campos. Será com o suor do teu rosto que comerás o pão, até que voltes à terra, da qual foste tomado; porque és pó e ao pó hás-de tornar”.
Aqui é importante ressalvar que o Génesis não é interpretado da mesma forma ao longo dos tempos, e enquanto nesta altura o acto divino passa pela palavra “Deus disse (...) e assim foi” (Méda, 1999, p.54), no fim da Idade Média, com a redescoberta dos textos gregos, e pela necessidade de introduzir normas de vida nos mosteiros, a Igreja e os padres vão fazer emergir uma nova forma de pensar o trabalho. Aqui, tem importante papel Santo Agostinho, que “expõe, durante os primeiros séculos da cristandade, a sua concepção do trabalho monástico e a sua interpretação da criação divina” (Méda, 1999, p.54), entrelaçando assim nos seus textos, o acto divino e o acto humano. O facto de o Génesis começar a ser interpretado como trabalho de Deus – Opus Dei – carrega consigo algumas consequências. Passa a existir a ideia de que Deus trabalha e passa a ver na actividade do artesão, depois da leitura dos textos gregos, a actividade mais próxima da criação – o que para os gregos não passava de uma imitação. Assim estão lançadas as bases para uma nova ideia do trabalho. O trabalho “labor” ou “opus” opõe-se ao “otium” que é agora sinónimo de preguiça (Méda, 1999, p.55). Começa a ser encarado como natural, pois é uma lei Natural e é através dele que se pode subsistir e exercer caridade. A partir daqui, Santo Agostinho (1948, in Méda 1999) distingue que há “profissões infames” – onde encontramos os ladrões, gladiadores e actores, “profissões pouco honrosas” – especialmente os negociantes, e “profissões honestas” – os artesãos e os camponeses. Estes últimos trabalhos, considera Santo Agostinho, que deixam a alma livre, dado que o trabalho manual permite “que o espírito permaneça inteiramente cupado com Deus” (Méda, 1999, p.57). A esta altura, o trabalho manual continuava a a ocupar um lugar importante, mas com São Bento tal altera-se, pois ele vê no trabalho manual um melhor remédio face ao ócio. Considera assim que o trabalho tanto para os monges como para os outros, liberta o espírito enquanto ocupa o corpo, sendo louvado pela penitência. Nesta altura o trabalho intelectual passa a designar-se opus, como o trabalho divino, tal como se fosse um seu semelhante, e labor o trabalho dos artesãos e camponeses. É a partir daqui que começa a ser valorizado o trabalho, contudo ainda não é aqui que se desenvolve o mercantilismo, pois esse afastava-se do principal que continuava a ser adorar a Deus. Sendo que os trabalhos que interessam ão os que transformam a matéria, tal como Deus (Méda, 1999).
A ideia de utilidade é introduzida por São Tomás no século XIII, como sendo a produção de coisas necessária à existência, e o lucro é concebido apenas como remuneração do trabalho, bem como o preço das coisas – mas sempre na justa medida, não tem que ver com as necessidades de quem vende, mas da utilidade. É a utilidade que justifica o trabalho e a sua remuneração. No século XVI o trabalho passa a deignar-se tripalium, que curiosamente era usado para designar um instrumento de três pés que era utilizado muitas das vezes para torturar os indivíduos. O trabalho passa assim a ser uma pena, e não mais a obra. O ganho individual à epóca continua a ser visto com maus olhos, e a ser condenado pela Igreja. O trabalho existe para garantir o pão para a boca e a roupa, mas não para acumular riqueza (Méda, 1999).
No século XVIII, começa a construir-se o trabalho como tempo, que permite aumentar a riqueza e que tem como fim uma mercadoria. Tal é visível em Smith (1991), para quem o trabalho é gasto de energia, pode ser quantificado em períodos divisíveis de tempo, e para quem o trabalho é instrumento de troca. A partir do século XIX o trabalho passa a ser visto como factor de produção, deixa de importar tanto o tempo que nele se gasta, e como ele deve ser remunerado em função desse tempo, e passa a importar o trabalho produtivo. E com essa nova distinção, surge também por parte de Malthus que se chame ao trabalho não produtivo porque não material, serviço. A partir daqui, os economistas reúnem sobre a categoria trabalho, todas as actividades que permitam exercício sobre objectos materias e cambiáveis, onde existe um valor acrescentado que é passível de ser visto e medido, ficando assim o artesanato e o trabalho do campo sob o mesmo tecto, apesar do diferente esforço que comportam. Mas isso acontece porque a esta definição de trabalho, que única coisa que interessa é a sua capacidade de gerar riqueza.
O trabalho passa assim, a ser visto como “símbolo da autonomia indvidual” (Méda, 1999, p.71), que permite ao indivíduo valer-se a si próprio através das suas faculdades, que lhe permitem alcançar o lugar que ele deseja na sociedade. Daqui até à alienação do homem pelo trabalho foi um passo.
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Tânia Mealha
às
01:54
0
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Etiquetagem Trabalho
quinta-feira, maio 03, 2007
independentes, faccionistas e afins... as diferenças!
por
Tânia Mealha
às
20:55
0
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Etiquetagem CML
Paulo Portas no seu pior!
Para termos uma ideia, as SS ("Schutzstaffel", em português "escudo de protecção) geralmente selecionavam prisioneiros - os kapos, para fiscalizar os restantes. Todos os prisioneiros do campo trabalhavam durante a semana menos ao domingo, exceptuando os das fábricas de armas que trabalhavam todos os dias. As fortes condições de trabalho unidas à desnutrição e higiene precária faziam com que a taxa de mortalidade entre os prisioneiros fosse elevada.
por
Tânia Mealha
às
10:33
0
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Etiquetagem política nacional
terça-feira, maio 01, 2007
breve história sobre o 1 de Maio

por
Tânia Mealha
às
10:07
0
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Etiquetagem 1 Maio
segunda-feira, abril 30, 2007
Blair Project
Manual mediático de Tony Blair
The Sunday Times
Perante uma dificuldade, anunciar medida de grande impacto
Na impossibilidade de enfrentar um tema, mostrar desconhecimento
Ter sempre presente que é mais fácil mentir off the record
Nunca anunciar uma medida que não possa ser anunciada mais duas ou três vezes
Exagerar no anúncio das políticas para obter melhor cobertura mediática
Abandonar uma política que seja mal recebida pela opinião pública
Explicar os temas mais controversos nos jornais amigos
Quando for mesmo grande a complicação, ir à TV.
Afinal é simples governar Portugal!
por
Anónimo
às
20:39
0
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O 25 do 4 já passou!
Este 25 do 4 foi fantástico. Se não fosse a RTP não tinha dado por nada. E por isso estou feliz. A geração de Abril está a desaparecer.
Que não se esqueça esse dia, mas que se esqueçam uma mão cheia de senhores que franchisaram a liberdade!
Pode ser que noutras revoluções não se utilize o cravo mas sim a ferradura.
por
Anónimo
às
20:32
0
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quinta-feira, abril 26, 2007
Uma nova forma de comemorar o 25 de Abril
Nas palavras de Cavaco: "jovens não se resignem", e continuando nas minhas: lutem pelos vossos direitos.
por
Tânia Mealha
às
07:15
4
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Etiquetagem 25 Abril
25 Abril de 1974
Para que se veja, e algumas alminhas percebam que o 25 de Abril aconteceu:
- não há muitos anos;
- não apenas em Lisboa - como muitos gostam de fazer crer - mas por todo o país;
- para que não apaguem a memória, e melhor, para que há falta de registo histórico não a queiram reescrever e tornar a história numa estória;
- porque o fascismo existiu fomentando uma ditadura de 40 anos, em que o povo foi oprimido, escravizado, despido dos seus direitos e liberdades, e por isso é que em 25 de Abril o povo saiu à rua.
25 ABRIL SEMPRE, FASCISMO NUNCA MAIS
por
Tânia Mealha
às
05:25
2
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quarta-feira, abril 25, 2007
SOMOS MUITOS MUITOS MIL, PARA COMEMORAR ABRIL
25 ABRIL SEMPRE
Faz-se lembrar que há comemorações do 25 de Abril na Avenida da Liberdade.
P.S.: e não, não é para irem passear pelo túnel do marquês, até porque nas palavras de Carmona Rodrigues "hoje não é dia de túnel, é dia de 25 de Abril".
por
Tânia Mealha
às
20:50
0
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Etiquetagem 25 Abril
sexta-feira, abril 20, 2007
Paulo Portas vs Ribeiro e Castro
Gostei!
Lavagem de roupa suja, mais quem fez o quê, quem deixou de fazer, o que aconteceu e podia ter acontecido.
E estratégia para o país? existe?
E depois do debate, será que Portas vai ganhar com uma margem assim tão grande?
por
Vítor Manuel Palmilha
às
14:00
0
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quarta-feira, abril 18, 2007
Plano Tecnológico Vs Propaganda
Após o simplex, o prace, o posi, e outros programas do Governo para as tecnologias de informação e melhor desempenho do Estado(temos que admitir que os nomes são giros e dão imenso estilo à coisa), continuamos com uns problemazitos... Há algum tempo atrás, vimos noticiado que os agricultores deste meu Portugal deveriam inscrever-se para subsídios europeus através da internet. Ontem veio o contraditório...dos serviços do Estado! Pelos vistos as confederações de agricultores lá se organizaram para levar a avante a deliberação, mas os serviços do Estado já avisaram não ser possível fazê-lo este ano, por questões técnicas, e de atrasos, e do costume.
O Governo exigiu. O cidadão cumpriu. Os serviços?_ Plano quê? Isso não sei, mas já se sabe, se vai haver ponte antes do Dia do Trabalhador?
por
Lomu
às
09:54
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segunda-feira, abril 16, 2007
O vento mudou
Porque será?
De um momento para o outro o Governo começou a ser atacado por todo o lado, mais parecendo que quem é primeiro ministro é Santana.
será que é uma OPA ao Governo?
por
Vítor Manuel Palmilha
às
20:28
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sexta-feira, abril 13, 2007
Quase chorei...
A entrevista com o Primeiro Ministro, Dr. Pedro Santan..., desculpem, Eng. José Sócrates, foi uma verdadeira lição de bem representar!
Não percebo como podem dizer que ele não se licenciou. Se a UNI tiver um curso de teatro podem dar já a licenciatura, o senhor é divinalmente bom!
Não sei com quem terá aprendido, mas eu quase chorei, parecia o menino guerreiro injustiçado.
Ainda falavam do Santana...
por
Vítor Manuel Palmilha
às
15:45
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quinta-feira, abril 12, 2007
Ok meu!
Das explicações ontem dadas em entrevista à RTP pelo Primeiro-Ministro José Sócrates, ficou-me na retina o facto de ele terminar as suas cartas institucionais com um íntimo_"Seu". Para além das trabalhadas de secretaria da UnI,fica a sua diminuta importância para o país e a sensação de gato escondido com rabo de fora. Mas, para mim, fica esta pérola do sr. Primeiro-Ministro. Acho bem, deveria até ser alargado a todos os serviços do Estado. Quantos de nós não se sentiram já olhados com desdém em repartições públicas? E aquelas multas de trânsito tão impessoais? E até a entrega do IRS pela net, diminuindo-se o valor humano em favor da máquina? Não custa nada aquela atençãozinha, do very british, yours truly. Fiquei apenas com uma pequena dúvida (eu não sou de intrigas, nem sequer de insinuações...), mas a carta não foi enviada a um antigo professor da UnI? Será o típico síndroma de paixoneta aluno/professor?
por
Lomu
às
14:01
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quarta-feira, abril 04, 2007
AR
Mais uma vez o Órgão de Soberania mais representativo do país presta um mau serviço aos cidadãos que representa, usufruindo mais um dia de folga que o comum dos mortais. A Assembleia da República tem feito um bom trabalho no que concerne no desprestígio da classe política em Portugal. Afinando pelo mesmo diapasão dos maus autarcas e elementos do Governo, a AR tem já casos dignos de nota, como o caso Batman, livros de ponto assinados por deputados ausentes, o caso limiano. A saga continua e ao mesmo tempo que se pede rigor e sacrifício aos portugueses, a augusta assembleia trata de demonstrar que o ditado português "quem parte e reparte e não fica com a melhor parte, ou é burro ou não tem arte", faz todo o sentido. A verborreia política fala da necessidade de avanço de mentalidades, na classe política mantemos os "chicos espertos" do costume.
por
Lomu
às
14:02
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segunda-feira, abril 02, 2007
Contas
O Tribunal de Contas faz um relatório nada animador dos últimos três anos de governação em Portugal. Os óbvios culpados desta "descoordenação" financeira e estratégica, são os últimos Governos. Durão, Santana e Sócrates, todos têm uma cota parte de responsabilidade na actual situação. O que já não é novo no Governo de Sócrates, é a sua disponibilidade para o elogio e igual aversão à crítica. Sempre que existe algo que poderá ser embaraçoso, estes desculpam-se com os Governos anteriores. Está na altura de assumirem que são Governo para o bem, e para o mal. Para além disso, é interessante que o Governador do Banco de Portugal, que tantas intervenções públicas fez durante os anteriores Governos, tenha desaparecido do mapa! Terá emigrado?
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Lomu
às
13:50
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quarta-feira, março 28, 2007
terça-feira, março 27, 2007
Odete sobre Salazar
Podias ter escolhido a íntegra da intervenção, ao invés do striptease...
Esta votação não é claramente sinal de descontentamento face às actuais políticas, mas sim um reforço das mesmas, e do branqueamento de ideias e ideais políticos de que a maior parte da sociedade portuguesa sofre. Mormente, dizer que como forma de descontentamento se votou em Salazar, é dizer que as suas políticas foram boas, e isso é mais que mentira, é a ridicularização da história de portugal dos últimos 90 anos, de onde o atraso que se vive em Portugal foi muito fomentado e deveu-se às políticas de Salazar e de outros tantos de direita que se autoproclamam democratas, mas onde a sublimação de quaisquer actos de ditadura está presente. O analfabetismo, a pobreza e a miséria financeira, social e cultural de que Portugal foi alvo durante a ditadura fascista tem peso nas consciências que entranto se formaram e que não tiraram ilacções da história do país. Tanto é, que ainda hoje se vive numa aparente democracia, onde não se faz mais que propagandear uma coisa e fazer outra. Culpa também dessas mentalidades retrógadas, que ao fim de anos e anos continuam a protelar as mesmas políticas de encher os bolsos a grupos monopolistas para quem as pessoas são apenas mais um número. Culpa de uma educação nada politizada, em que a maior parte das pessoas se entrega ao marasmo que "isto nunca vai mudar". Enganam-se, não muda enquanto não fazerem valer os direitos pelos quais muitos outros lutaram. Mas presumo que muitos dos que bateram palmas à vitória de Salazar não percebam ou nunca tenham tido na família pessoas que viveram nessa altura e que passaram fome - dividiam uma sardinha por quatro pessoas, etc., que iam votar porque eram obrigados, e o voto já ia com a cruzinha selado dentro de um envelope, pessoas qe não sabem que nesse regime as mulheres podiam ser violentadas pelos maridos, e que segundo revistas da altura deveriam ser submissas aos mesmos, que se apanhavam é porque havia um bom motivo para isso, enfim, interminável a lista de actos contra os direitos humanos que eram permitidos.
Contudo, persiste aqui um anticomunismo - quase que aposto que houve pessoas a votar para que Cunhal não tivesse mais votos que Salazar. Este país, envergonha-me por essas pessoas mal formadas, que não têm consciência histórica, humanitária e cívica, e onde premeiam um português por ter exercido uma autêntica escravatura sobre os seus compatriotas, num mundo de miséria, onde o saber ocupava lugar, pois saber é poder...
Aflige-me mais ainda, quando é um perigo o Sócrates ter uma secreta que só a ele responde, e isso incomoda muita gente. Mas, incomoda porque é a ele que informam, se fosse a alguém do PSD ou do CDS já não havia problema.
É este o Portugal onde vivemos. Um Portugal amorfo de pessoas com ideias e objectivos que passam por estrangular os objectivos e as esperanças dos outros, em que parece não haver um futuro, pois esforçam-se ao máximo por esquecer e não aprender com o passado. Para mudar basta querer.
25 ABRIL SEMPRE, FASCISMO NUNCA MAIS
P.S.: Numa perspectiva de George Orwell, presumo que algum canal de TV podia fazer um programa em que quem quisesse poderia vivenciar o fascismo por uns tempos. Talvez fosse uma boa experiência para uns tantos que por aí andam a bater palmas a Salazar.
por
Tânia Mealha
às
16:39
2
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Faltam 4 dias...
Já só faltam 4 dias! estuda e vais ver que nada é impossível!
por
Vítor Manuel Palmilha
às
15:38
0
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Os Grandes Portugueses - Fernando Dacosta comenta
Foi por isto que Salazar ganhou...
por
Vítor Manuel Palmilha
às
15:34
0
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sexta-feira, março 23, 2007
Salazar vs Cunhal
Vai ser lindo.
Salazar foi o mais comentado, com 3404 mensagens.
Cunhal a seguir, com 719.
Vão ter que aldrabar muito as votações para não se dar o escândalo de ganhar qualquer um dos dois ditadores.
Mas se salazar ganhar, não é porque as pessoas sejam salazaristas ou apoiem o regime, mas é um cartão muito amarelo à actual classe política.
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Vítor Manuel Palmilha
às
09:02
0
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Paulinho das Feiras
Devido ao encerramento de mercados e feiras, Paulo Portas armou uma peixeirada no Conselho nacional.
Segundo fontes próximas, Paulinho não se sentia à vontade se não estivesse no meio de feirantes.
por
Vítor Manuel Palmilha
às
09:00
0
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O Senhor Engenheiro
Pelos vistos o Sr. Engenheiro José Sócrates é um falso engenheiro.
Não afecta o seu desempenho como PM mas sem dúvida que afecta os alicerces da seriedade que sempre quis transmitir.
Assim não, Sr. PM
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Vítor Manuel Palmilha
às
08:58
0
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terça-feira, março 20, 2007
A primeira vez...
A primeira vez...
Sempre tão intensa e fascinante!
Tão pura e tão cruel!
Mas bela, decidida e muito concreta!
É assim a primeira vez... QUE SE FAZ UM ESCÂNDALO!!!
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Vítor Manuel Palmilha
às
15:50
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segunda-feira, março 19, 2007
Congresso PS Santarém 2006
Congresso do PS!
Avante populismo!
por
Vítor Manuel Palmilha
às
18:04
0
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Debate Cavaco vs Sócrates
Só uma palavra, BRILHANTE!
por
Vítor Manuel Palmilha
às
17:58
0
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Guerreiro Menino
Agora que se diz que vai sair do partido, é tempo de recordar!
por
Vítor Manuel Palmilha
às
17:54
0
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Livre/Golo Rodrigo Tello (FC Porto 0-1 Sporting) [17.03.2007
Absolutamente fabuloso!
por
Vítor Manuel Palmilha
às
17:48
0
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Tesourinho Deprimente Socialista
É uma espécie de Governo...
por
Vítor Manuel Palmilha
às
17:46
0
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terça-feira, março 13, 2007
É urgente privatizar!
Agora percebe-se a verdadeira razão do fecho das urgências!
O que não quer dizer que eu discorde totalmente da medida, mas sim da forma!
por
Vítor Manuel Palmilha
às
20:07
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sexta-feira, março 09, 2007
Naif's...
Obrigado Paulo e tiago por hoje eu me sentir o gajo mais naif do mundo!
eh
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Vítor Manuel Palmilha
às
15:27
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terça-feira, março 06, 2007
Uma Moderna e Independente Universidade
Ainda falavam da Moderna!
Parafraseando uma grande mulher, contemporânea do ainda e eterno Presidente da Associação da U. Independente, "pelo menos no caso Moderna tudo teve mais classe!"
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Vítor Manuel Palmilha
às
13:51
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Dá Deus(não o outro) nozes a quem não tem dentes!
A vida tem destas coisas!
Depois de tudo, Xanana vem dizer que está descontente com a passividade das Forças Internacionais!
A culpa é sempre dos outros!
Imagino o que os timorenses terão para dizer do Governo e do seu Presidente.
por
Vítor Manuel Palmilha
às
13:45
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segunda-feira, março 05, 2007
PIDE - Polícia de Investigação na Dependência do Engenheiro
Eu avisei, ninguém me ouviu!
Agora aguentem-no!
Um começou pelo Ministério das Finanças, este pelo do Ambiente!
Votem nele em 2009!
PS(D): Isto é, se nessa altura ainda existirem eleições livres...
PS(D)2: E Sr. Procurador, a sua necessária e salutar relutância para NÃO ser pressionável tem os dias contados, infelizmente!
PS(D)3: Uma amiga comuna disse-me que achava normal a Polícia de Investigação depender do Engenheiro. Alguém tem dúvidas ainda sobre a pergunta: Solidário ou Totalitário???
por
Vítor Manuel Palmilha
às
20:05
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Eu também quero um!
É absolutamente magnífico!
Eu também queria que houvesse um assim!
Deixava de ouvir certas aberrações que só nos fazem mal, como o Xico da Fancaria ou o José Providências Cautelares!
Inventem um, please...
por
Vítor Manuel Palmilha
às
18:04
0
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