Festividades
Para quando as celebrações do 25 de Novembro? Depois das festividades revolucionárias que ocupam o nosso país na Primavera, proponho as festividades de Outono! Só para manter as coisas em perspectiva.
"quem não se ocupa de política já tomou a decisão política de que gostaria de se ter poupado: serve o partido dominante." Frisch, M.
Para quando as celebrações do 25 de Novembro? Depois das festividades revolucionárias que ocupam o nosso país na Primavera, proponho as festividades de Outono! Só para manter as coisas em perspectiva.
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Lomu
às
18:00
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politiquices
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Tânia Mealha
às
01:54
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Etiquetagem Trabalho
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Tânia Mealha
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20:55
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Etiquetagem CML
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Tânia Mealha
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10:33
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Etiquetagem política nacional

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Tânia Mealha
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10:07
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Etiquetagem 1 Maio
Manual mediático de Tony Blair
The Sunday Times
Perante uma dificuldade, anunciar medida de grande impacto
Na impossibilidade de enfrentar um tema, mostrar desconhecimento
Ter sempre presente que é mais fácil mentir off the record
Nunca anunciar uma medida que não possa ser anunciada mais duas ou três vezes
Exagerar no anúncio das políticas para obter melhor cobertura mediática
Abandonar uma política que seja mal recebida pela opinião pública
Explicar os temas mais controversos nos jornais amigos
Quando for mesmo grande a complicação, ir à TV.
Afinal é simples governar Portugal!
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Anónimo
às
20:39
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Este 25 do 4 foi fantástico. Se não fosse a RTP não tinha dado por nada. E por isso estou feliz. A geração de Abril está a desaparecer.
Que não se esqueça esse dia, mas que se esqueçam uma mão cheia de senhores que franchisaram a liberdade!
Pode ser que noutras revoluções não se utilize o cravo mas sim a ferradura.
por
Anónimo
às
20:32
0
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por
Tânia Mealha
às
07:15
4
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Etiquetagem 25 Abril
Para que se veja, e algumas alminhas percebam que o 25 de Abril aconteceu:
- não há muitos anos;
- não apenas em Lisboa - como muitos gostam de fazer crer - mas por todo o país;
- para que não apaguem a memória, e melhor, para que há falta de registo histórico não a queiram reescrever e tornar a história numa estória;
- porque o fascismo existiu fomentando uma ditadura de 40 anos, em que o povo foi oprimido, escravizado, despido dos seus direitos e liberdades, e por isso é que em 25 de Abril o povo saiu à rua.
25 ABRIL SEMPRE, FASCISMO NUNCA MAIS
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Tânia Mealha
às
05:25
2
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25 ABRIL SEMPRE
Faz-se lembrar que há comemorações do 25 de Abril na Avenida da Liberdade.
P.S.: e não, não é para irem passear pelo túnel do marquês, até porque nas palavras de Carmona Rodrigues "hoje não é dia de túnel, é dia de 25 de Abril".
por
Tânia Mealha
às
20:50
0
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Etiquetagem 25 Abril
Gostei!
Lavagem de roupa suja, mais quem fez o quê, quem deixou de fazer, o que aconteceu e podia ter acontecido.
E estratégia para o país? existe?
E depois do debate, será que Portas vai ganhar com uma margem assim tão grande?
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Vítor Manuel Palmilha
às
14:00
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Após o simplex, o prace, o posi, e outros programas do Governo para as tecnologias de informação e melhor desempenho do Estado(temos que admitir que os nomes são giros e dão imenso estilo à coisa), continuamos com uns problemazitos... Há algum tempo atrás, vimos noticiado que os agricultores deste meu Portugal deveriam inscrever-se para subsídios europeus através da internet. Ontem veio o contraditório...dos serviços do Estado! Pelos vistos as confederações de agricultores lá se organizaram para levar a avante a deliberação, mas os serviços do Estado já avisaram não ser possível fazê-lo este ano, por questões técnicas, e de atrasos, e do costume.
O Governo exigiu. O cidadão cumpriu. Os serviços?_ Plano quê? Isso não sei, mas já se sabe, se vai haver ponte antes do Dia do Trabalhador?
por
Lomu
às
09:54
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Porque será?
De um momento para o outro o Governo começou a ser atacado por todo o lado, mais parecendo que quem é primeiro ministro é Santana.
será que é uma OPA ao Governo?
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Vítor Manuel Palmilha
às
20:28
0
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A entrevista com o Primeiro Ministro, Dr. Pedro Santan..., desculpem, Eng. José Sócrates, foi uma verdadeira lição de bem representar!
Não percebo como podem dizer que ele não se licenciou. Se a UNI tiver um curso de teatro podem dar já a licenciatura, o senhor é divinalmente bom!
Não sei com quem terá aprendido, mas eu quase chorei, parecia o menino guerreiro injustiçado.
Ainda falavam do Santana...
por
Vítor Manuel Palmilha
às
15:45
0
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Das explicações ontem dadas em entrevista à RTP pelo Primeiro-Ministro José Sócrates, ficou-me na retina o facto de ele terminar as suas cartas institucionais com um íntimo_"Seu". Para além das trabalhadas de secretaria da UnI,fica a sua diminuta importância para o país e a sensação de gato escondido com rabo de fora. Mas, para mim, fica esta pérola do sr. Primeiro-Ministro. Acho bem, deveria até ser alargado a todos os serviços do Estado. Quantos de nós não se sentiram já olhados com desdém em repartições públicas? E aquelas multas de trânsito tão impessoais? E até a entrega do IRS pela net, diminuindo-se o valor humano em favor da máquina? Não custa nada aquela atençãozinha, do very british, yours truly. Fiquei apenas com uma pequena dúvida (eu não sou de intrigas, nem sequer de insinuações...), mas a carta não foi enviada a um antigo professor da UnI? Será o típico síndroma de paixoneta aluno/professor?
por
Lomu
às
14:01
0
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Mais uma vez o Órgão de Soberania mais representativo do país presta um mau serviço aos cidadãos que representa, usufruindo mais um dia de folga que o comum dos mortais. A Assembleia da República tem feito um bom trabalho no que concerne no desprestígio da classe política em Portugal. Afinando pelo mesmo diapasão dos maus autarcas e elementos do Governo, a AR tem já casos dignos de nota, como o caso Batman, livros de ponto assinados por deputados ausentes, o caso limiano. A saga continua e ao mesmo tempo que se pede rigor e sacrifício aos portugueses, a augusta assembleia trata de demonstrar que o ditado português "quem parte e reparte e não fica com a melhor parte, ou é burro ou não tem arte", faz todo o sentido. A verborreia política fala da necessidade de avanço de mentalidades, na classe política mantemos os "chicos espertos" do costume.
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Lomu
às
14:02
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O Tribunal de Contas faz um relatório nada animador dos últimos três anos de governação em Portugal. Os óbvios culpados desta "descoordenação" financeira e estratégica, são os últimos Governos. Durão, Santana e Sócrates, todos têm uma cota parte de responsabilidade na actual situação. O que já não é novo no Governo de Sócrates, é a sua disponibilidade para o elogio e igual aversão à crítica. Sempre que existe algo que poderá ser embaraçoso, estes desculpam-se com os Governos anteriores. Está na altura de assumirem que são Governo para o bem, e para o mal. Para além disso, é interessante que o Governador do Banco de Portugal, que tantas intervenções públicas fez durante os anteriores Governos, tenha desaparecido do mapa! Terá emigrado?
por
Lomu
às
13:50
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