quinta-feira, novembro 30, 2006

Acreditar!!


que um dia, este nosso Portugal, voltará a ser uma Monarquia (parlamentar, óbvio). E não esmorece o acreditar, sabendo que, com serenidade, o Principe Afonso está a ser preparado para as mais altas funções.

E chegou a hora de começar a dar uns ares da sua graça!

segunda-feira, novembro 27, 2006

A galinha da vizinha ...



... é mais confusa que a minha!



Eis a nova estratégia política do Eng. Sócrates. Através do seu porta voz no PS, Vitalino Canas, eis um ataque ao PSD, PCP e CDS.

A todos, acusa de viverem tempos de instabilidade interna tentando transmitir que só o PS é exemplo de estabilidade e serenidade política.

Do PCP dá o exemplo do que se passou com a deputada Luisa Mesquita.
Do CDS dá o exemplo das criticas vindas da oposição interna a Ribeiro e castro.
Do PSD fala das interferências de Marques Mendes na CML.

CML??

Já que falam disso, será que pensam que o povo não tem memória?

Lembro isto e mais isto!

Pois, parece que a capoeira socialista também tem uns problemas!

domingo, novembro 26, 2006

Nobel português só há um ...

É o ...
e mais nenhum!!!!!

25 só há um ...

... o de Novembro e mais nenhum!!!
para quando a mudança do feriado?!

quinta-feira, novembro 23, 2006

31 da Armada


Um pergunta pertinente. E aquela que mais pessoas deviam fazer!

Um Blog que é um 31!

Esperem pelo grande blog 31daarmada!

Mas enquanto esperam, vejam estes dois traillers.

Simplesmente divinais

Imaginem o resto!

Exercício de Imaginação

Este exercício é para todos os que gostam de política:

1. Imaginem que o Primeiro Ministro é Santana e não Sócrates

2. Imaginem que o Presidente é Sampaio e não Cavaco

Já está? Então agora imagem a semana de trapalhadas do Governo. Mais esta agora do José Magalhães.

Já imaginaram?

Imaginaram como andaria a Comunicação Social por estes dias?

Ok. Então agora vejam o que se passa. Sampaio, o Traidor, demite Santana, o Louco, e põe Sócrates, o Marketingodependente, no Governo. E Portugal que se lixe.

Mas isso agora não se passa.

Porque temos Cavaco, o Amador, como Presidente, Sócrates, o Marketingodependente como Primeiro Ministro.

Cavaco aprova a conduta do outro, embora a despesa aumente.
A Comunicação Social mal fala das trapalhadas.
E o Partido que apoia o Governo está com o seu secretário-geral e não lhe arma ciladas.

Realmente, que se lixe. O que interessa é que o poder seja do PS. Isso de Portugal e os Portugueses é algo que eles têm que suportar. Que se lixem!

Ruben de Carvalho, um grande Senhor!

Deixem-me dizer-vos, apesar de não concordar ideologicamente com ele, e apesar de ele seguir algumas votações do partido na CML que ele próprio discorda, é um grande Senhor. Durante a campanha para a CML tive a oportunidade de privar com ele numa reunião com a AAL e foram duas horas bem passadas, sem cassetes, muito humor e grande visão dos problemas e soluções para vários problemas. Mente aberta, sem dogmas ou mitos, que merece ser saudada.

Deviam haver mais comunistas assim!

Alguém que faça oposição!

Ainda bem que alguém faz oposição ao Governo nessa matéria ridícula que é o TGV!

terça-feira, novembro 21, 2006

Hipocrisia vs Hipocrisia

De uma vez por todas, expliquem a diferença.

É que a única que vejo existe na mentalidade da nossa Ordem dos Médicos.

Lei? é igual. Quase copy paste uma da outra.

Agora é que eu quero ver...

Por favor, expliquem-me qual a grande diferença

Assembleia da República
Lei n.º 6/84 de 11 de Maio

Exclusão de ilicitude em alguns casos de interrupção voluntária da gravidez
A Assembleia da República decreta, nos termos dos artigos 164.º, alínea d), 168.º, n.º 1, alínea
c), e 169.º, n.º 2, da Constituição, o seguinte:

ARTIGO 1.º
Os artigos 139.º, 140.º e 141.º do Código Penal passam a ter a seguinte redacção:

Artigo 139.º
(Aborto)
1 - Quem, por qualquer meio e sem consentimento da mulher grávida, a fizer abortar será
punido com prisão de 2 a 8 anos.
2 - Quem, por qualquer meio e com consentimento da mulher grávida, a fizer abortar, fora dos
casos previstos no artigo seguinte, será punido com prisão até 3 anos.
3 - Na mesma pena incorre a mulher grávida que, fora dos casos previstos no artigo seguinte,
der consentimento ao aborto causado por terceiro, ou que, por facto próprio ou de outrem, se
fizer abortar.
4 - Se o aborto previsto nos n.os 2 e 3 for praticado para evitar a reprovação social da mulher,
ou por motivo que diminua sensivelmente a culpa do agente, a pena aplicável não será
superior a 1 ano.
5 - Quando do aborto efectuado nos termos dos números anteriores ou dos meios empregados
resultar a morte ou uma grave lesão para o corpo ou para a saúde física ou psíquica da mulher
grávida, que aquele que a fez abortar poderia ter previsto como consequência necessária da
sua conduta, o máximo da pena aplicável a este será aumentado de um terço.
6 - A agravação prevista no número anterior é aplicável ao agente que se dedicar
habitualmente à prática ilícita do aborto ou que realizar aborto ilícito com intenção lucrativa.

Artigo 140.º
(Exclusão da ilicitude do aborto)
1 - Não é punível o aborto efectuado por médico, ou sob a sua direcção, em estabelecimento
de saúde oficial ou oficialmente reconhecido e com o consentimento da mulher grávida quando,
segundo o estado dos conhecimentos e da experiência da medicina:
a) Constitua o único meio de remover perigo de morte ou de grave e irreversível lesão para o
corpo ou para a saúde física ou psíquica da mulher grávida;
b) Se mostre indicado para evitar perigo de morte ou de grave e duradoura lesão para o corpo
ou para a saúde física ou psíquica da mulher grávida, e seja realizado nas primeiras 12
semanas de gravidez;
c) Haja seguros motivos para prever que o nascituro venha a sofrer, de forma incurável, de
grave doença ou malformação, e seja realizado nas primeiras 16 semanas de gravidez;
d) Haja sérios indícios de que a gravidez resultou de violação da mulher, e seja realizado nas
primeiras 12 semanas de gravidez.
2 - A verificação das circunstâncias que excluem a ilicitude do aborto deve ser certificada em
atestado médico, escrito e assinado antes da intervenção por médico diferente daquele por
quem, ou sob cuja direcção, o aborto é realizado.
3 - A verificação da circunstância referida na alínea d) do n.º 1 depende ainda da existência de
participação criminal da violação.

Artigo 141.º
(Consentimento)
1 - O consentimento da mulher grávida para a prática do aborto deve ser prestado, de modo
inequívoco, em documento por ela assinado ou assinado a seu rogo, nos termos da lei, com a
antecedência mínima de 3 dias relativamente à data da intervenção.
2 - Quando a efectivação do aborto se revista de urgência, designadamente nos casos
previstos nas alíneas a) e b) do n.º 1 do artigo anterior, é dispensada a observância do prazo
previsto no número anterior, podendo igualmente dispensar-se o consentimento da mulher
grávida se ela não estiver em condições de o prestar e for razoavelmente de presumir que em
condições normais o prestaria, devendo, em qualquer dos casos, a menção de tais
circunstâncias constar de atestado médico.

3 - No caso de a mulher grávida ser menor de 16 anos, ou inimputável, o consentimento,
conforme os casos, deve ser prestado respectiva e sucessivamente pelo marido capaz não
separado, pelo representante legal, por ascendente ou descendente capaz e, na sua falta, por
quaisquer parentes da linha colateral.

4 - Na falta das pessoas referidas no número anterior e quando a efectivação do aborto se
revista de urgência, deve o médico decidir em consciência em face da situação, socorrendo-se,
sempre que possível, do parecer de outro ou outros médicos, devendo, em qualquer dos
casos, a menção de tais circunstâncias constar de atestado médico.

ARTIGO 2.º
O médico que por negligência se não premunir, nem os obtiver posteriormente a uma
intervenção para interrupção voluntária e lícita da gravidez, conforme os casos, com os
documentos comprovativos da verificação das circunstâncias que excluem a ilicitude do aborto
exigidos por lei será punido com pena de prisão até 1 ano.

ARTIGO 3.º
1 - Quando se verifique circunstância que exclua a ilicitude do aborto, pode a mulher grávida
solicitar a interrupção da gravidez em estabelecimento de saúde oficial ou oficialmente
reconhecido, entregando logo o seu consentimento escrito e, até ao momento da intervenção,
os documentos ou atestados médicos legalmente exigidos.

2 - Os estabelecimentos de saúde oficiais ou oficialmente reconhecidos onde seja praticada
licitamente a interrupção voluntária da gravidez organizar-se-ão de forma adequada para o
efeito.

3 - Os estabelecimentos referidos no número anterior adoptarão as providencias necessárias
para que a interrupção voluntária e lícita da gravidez se verifique nas condições e nos prazos
legalmente determinados.

ARTIGO 4.º
1 - É assegurado aos médicos e demais profissionais de saúde, relativamente a quaisquer
actos respeitantes à interrupção da gravidez voluntária e lícita, o direito à objecção de
consciência.
2 - A objecção de consciência é manifestada em documento assinado pelo objector e a sua
decisão deve ser imediatamente comunicada à mulher grávida ou a quem no seu lugar pode
prestar o consentimento, nos termos do artigo 141.º do Código Penal.

ARTIGO 5.º
Os médicos, os demais profissionais de saúde e o restante pessoal dos estabelecimentos em
que se pratique licitamente a interrupção voluntária da gravidez ficam vinculados ao dever de
segredo profissional relativamente a todos os actos, factos ou informações de que tenham
conhecimento no exercício das suas funções, ou por causa delas, relacionados com aquela
prática, nos termos e para os efeitos do artigo 184.º do Código Penal, sem prejuízo das
consequências estatutárias e disciplinares da infracção.

ARTIGO 6.º
A presente lei entra em vigor 90 dias após a data da sua publicação.
Aprovada em 14 de Fevereiro de 1984.
O Presidente da Assembleia da República, Manuel Alfredo Tito de Morais.
Promulgada em 23 de Abril de 1984.
Publique-se.
O Presidente da República, ANTÓNIO RAMALHO EANES.
Referendada em 24 de Abril de 1984.
O Primeiro-Ministro, Mário Soares.

Para acabar com a Hipocrisia de "a Lei ESpanhola é que é!"

TEXTO ORIGINAL

LA SENTENCIA DEL TRIBUNAL CONSTITUCIONAL 53/1985, DE 11 DE ABRIL, EXIGE QUE LA COMPROBACION DEL SUPUESTO DE HECHO EN LOS CASOS DEL ABORTO TERAPEUTICO Y EUGENESICO, ASI COMO QUE EL ABORTO SE REALICE EN CENTROS SANITARIOS PUBLICOS O PRIVADOS AUTORIZADOS AL EFECTO O MEDIANTE OTRA SOLUCION SIMILAR DENTRO DEL MARCOCONSTITUCIONAL.
CONCRETAMENTE, LA SENTENCIA RECUERDA "EL DEBER DEL ESTADO DE GARANTIZAR QUE LA REALIZACION DEL ABORTO SE LLEVARA A CABO DENTRO DE LOS LIMITESPREVISTOS POR EL LEGISLADOR Y EN LAS CONDICIONES MEDICAS ADECUADAS PARA LA SALVAGUARDIA DEL DERECHO A LA VIDA Y A LA SALUD DE LA MUJER".

LA LEY ORGANICA 9/1985, DE 5 DE JULIO, DECLARA EXPRESAMENTE NO PUNIBLE LA PRACTICA DEL ABORTO EN LOS SUPUESTOS DE "RIESGO PARA LA VIDA O LA SALUD FISICA OPSIQUICA DE LA EMBARAZADA", "DELITO DE VIOLACION" Y "PRESUNCION DE QUE EL FETO HABRA DE NACER CON GRAVES TARAS FISICAS O PSIQUICAS";

DETERMINA LAS COMPROBACIONES PREVISTAS QUE HAN DE CONSTAR, EXIGE EL CONSENTIMIENTO EXPRESO DE LA MUJER EMBARAZADA Y LA REALIZACION DEL ABORTO POR EL MEDICO O BAJO SU DIRECCION EN CENTROS O ESTABLECIMIENTOS SANITARIOS PUBLICOS O PRIVADOS ACREDITADOS.

LA PRESENTE ORDEN VIENE A PRECISAR Y FACILITAR EL ESTRICTO CUMPLIMIENTO DE LOS REQUISITOS LEGALES Y SANITARIOS EXIGIBLES EN LOS CASOS Y CIRCUNSTANCIAS A QUE SEREFIERE LA CITADA LEY, ASI COMO LA CORRESPONDIENTE ADECUACION DE LA ESTRUCTURA ASISTENCIAL Y SANITARIA.
COMO ES LOGICO, LOS REFERIDOS REQUISITOS O EXIGENCIAS NO SON DE APLICACION EN LOS SUPUESTOS DE EXENCION DE RESPONSABILIDAD, NI, EN LA LEGITIMA ATENCION O INTERVENCION MEDICA O QUIRURGICA, NI, EN GENERAL, EN CUALQUIER SUPUESTO DE INTERRUPCION NO VOLUNTARIA DEL EMBARAZO.
EN SU VIRTUD, EL MINISTERIO DE SANIDAD Y CONSUMO, DISPONE:

ARTICULO 1. 1.
A EFECTOS DE LO DISPUESTO EN EL ARTICULO 417 BIS, 1, DEL CODIGO PENAL, SE CONSIDERAN ACREDITADOS LOS CENTROS O ESTABLECIMIENTOS SANITARIOS QUE CUENTEN AL MENOS CON LOS SIGUIENTES MEDIOS PERSONALES Y MATERIALES:

1.1. UN MEDICO ESPECIALISTA EN OBSTETRICIA Y GINECOLOGIA Y PERSONAL MEDICO DE ENFERMERIA Y AUXILIAR SANITARIO NECESARIO.
1.2. LOS LOCALES, INSTALACIONES Y MATERIAL SANITARIO ADECUADO.
1.3. LAS UNIDADES CORRESPONDIENTES DE LABORATORIOS DE ANALISIS, ANESTESIA Y REANIMACION Y BANCO O DEPOSITO DE SANGRE.
1.4. LAS UNIDADES E INSTALACIONES DE ENFERMERIA Y HOSPITALIZACION.
1.5. Y, LAS UNIDADES DE SERVICIO SOCIAL EN EL PROPIO CENTRO O EN OTRO DE REFERENCIA.

2. EN EL AMBITO DE CADA COMUNIDAD AUTONOMA SE PUBLICARA PERIODICAMENTE LA LISTA O RELACION DE CENTROS O ESTABLECIMIENTOS SANITARIOS PUBLICOS O PRIVADOS QUE SE CONSIDEREN ACREDITADOS A ESTOS EFECTOS, CON INDICACION DE LOS SERVICIOS EFECTIVAMENTE DISPONIBLES.

3. LA ACREDITACION QUEDARA CONDICIONADA AL MANTENIMIENTO DE LOS REQUISITOS MINIMOS Y AL EFECTIVO CUMPLIMIENTO DE LAS CONDICIONES MEDICAS ADECUADAS PARA LA SALVAGUARDA DEL DERECHO A LA VIDA Y A LA SALUD DE LA MUJER.
ART. 2. 1. A EFECTOS DE LO DISPUESTO EN EL ARTICULO 417, BIS, 1, 3., DEL CODIGO PENAL, EL DICTAMEN MEDICO SOBRE LA PRESUNCION DE GRAVES TARAS FISICAS O PSIQUICAS DEL FETO, HABRA DE EMITIRSE POR DOS MEDICOS ESPECIALISTAS DE CENTROS OESTABLECIMIENTOS PUBLICOS O PRIVADOS QUE CUENTEN CON LOS MEDIOS Y METODOS DE DIAGNOSTICO ADECUADOS Y QUE, CON CARACTER ORIENTATIVO SON LOS SIGUIENTES:

A) EN AQUELLOS CASOS EN LOS QUE EL RIESGO DE GRAVES TARAS FISICAS O PSIQUICAS FETALES TENGA QUE SER ESTIMADO POR CRITERIOS DE PROBABILIDAD. SE CONSIDERARAN ACREDITADOS LOS CENTROS ENTRE CUYO PERSONAL SE ENCUENTRE ALGUNO DE LOS ESPECIALISTAS REFERIDOS EN EL APARTADO 2 DEL SIGUIENTE ARTICULO.
B) PARA EL DIAGNOSTICO DE MALFORMACIONES DEBERAN DISPONER DE LAS TECNICAS DE ECOGRAFIA O SIMILARES.
C) PARA EL DIAGNOSTICO DE ENFERMEDADES METABOLICAS DEBERAN EXISTIR LAS TECNICAS BIOQUIMICAS APROPIADAS A CADA CASO.
D) PARA EL DIAGNOSTICO DE ALTERACIONES CROMOSOMICAS DEBERAN CONTAR CON LAS TECNICAS DE CITOGENETICA.
E) PARA EL DIAGNOSTICO DE POSIBLES MALFORMACIONES DE ORIGEN INFECCIOSO DEBERAN DISPONER DE LAS TECNICAS ANALITICAS PRECISAS PARA CADA CASO.

2. SE CONSIDERARAN ESPECIFICAMENTE ACREDITADOS A ESTOS EFECTOS LOS MEDICOS ESPECIALISTAS ENCARGADOS DE DICHOS SERVICIOS Y, EN GENERAL, LOS MEDICOS ESPECIALISTAS DE UNIDADES DE OBSTETRICIA Y GINECOLOGIA, PEDIATRIA, GENETICA Y ORIENTACION FAMILIAR.
ART. 3. 1. EN LOS CENTROS O ESTABLECIMIENTOS SANITARIOS A QUE SE REFIERE EL ARTICULO 1. SE CONSTITUIRA UNA COMISION DE EVALUACION, CON LAS FUNCIONES DE FACILITAR EL CUMPLIMIENTO DE LO PREVISTO EN LA LEY, INFORMAR Y ASESORAR SOBRE LOS PROBLEMAS O DIFICULTADES QUE PUEDAN PRESENTARSE Y RECOGER LA INFORMACION Y ESTADISTICA, CON RESPETO SIEMPRE A LA CONFIDENCIALIDAD DE LOS CASOS CONCRETOS.

2. LA MENCIONADA COMISION ESTARA INTEGRADA POR:
- EL DIRECTOR MEDICO O FACULTATIVO EN QUIEN DELEGUE.
- EL DIRECTOR O JEFE DE ENFERMERIA O PERSONA EN QUIEN DELEGUE.
- UN MEDICO ESPECIALISTA EN OBSTETRICIA Y GINECOLOGIA.
- UN PSIQUIATRA O PSICOLOGO.
- Y, UN ASISTENTE SOCIAL.
LOS VOCALES SERAN DESIGNADOS DE ENTRE EL PERSONAL DEL PROPIO CENTRO O DE REFERENCIA POR EL GERENTE O DIRECTOR, QUE ASIMISMO PODRA INCORPORAR ALGUN OTRO PROFESIONAL QUE FACILITE LAS TAREAS DE LA COMISON.
ART. 4. EN LOS CENTROS O ESTABLECIMIENTOS A QUE SE REFIERE EL ARTICULO 1., SE DEBERA CONSERVAR LA HISTORIA CLINICA, LOS DICTAMENTES, INFORMES Y DOCUMENTACIONES EN EL QUE CONSTE EL CONSENTIMIENTO EXPRESO DE LA MUJER EMBARAZADA.
DISPOSICIONES FINALES
PRIMERA.-EN GENERAL, LOS PROFESIONALES SANITARIOS HABRAN DE INFORMAR A LAS SOLICITANTES SOBRE LAS CONSECUENCIAS MEDICAS, PSICOLOGICAS Y SOCIALES DE LA PROSECUCION DEL EMBARAZO O DE LA INTERRUPCION DEL MISMO, DE LA EXISTENCIA DE MEDIAS O REQUISITOS QUE, EN SU CASO, SON EXIGIBLES. EN SU CASO, INDICARA LA FECHA Y EL CENTRO O ESTABLECIMIENTO EN QUE PUEDEN PRACTICARSE. LA NO REALIZACIONDE LA PRACTICA DEL ABORTO HABRA DE SER COMUNICADA A LA INTERESADA CON CARACTER INMEDIATO AL OBJETO DE QUE PUEDA, CON EL TIEMPO SUFICIENTE, ACUDIR A OTRO FACULTATIVO.
SEGUNDA.-SE POTENCIARA EL FUNCIONAMIENTO DE LOS MEDIOS DE ASISTENCIA SOCIAL, LA ORIENTACION FAMILIAR Y LA COLABORACION CON ELLOS DE MEDICOS ESPECIALISTAS QUE PUEDAN VERIFICAR LAS ORIENTACIONES, INFORMACIONES Y DICTAMENES PRECISOS EN CADA CASO.
TERCERA.-LA PRESENTE ORDEN ENTRARA EN VIGOR EL DIA SIGUIENTE AL DE SU PUBLICACION EN EL "BOLETIN OFICIAL DEL ESTADO".
MADRID, 31 DE JULIO DE 1985.-LLUCH MARTIN.

Para acabar com a Hipocrisia de "a Lei ESpanhola é que é!"

TEXTO ORIGINAL

JUAN CARLOS I, REY DE ESPAÑA

A TODOS LOS QUE LA PRESENTE VIEREN Y ENTENDIEREN.
SABED: QUE LAS CORTES GENERALES HAN APROBADO Y YO VENGO EN SANCIONAR LA SIGUIENTE LEY ORGANICA.

ARTICULO UNICO.

EL ARTICULO 417 BIS DEL CODIGO PENAL QUEDA REDACTADO DE LA SIGUIENTE MANERA:

"1. NO SERA PUNIBLE EL ABORTO PRACTICADO POR UN MEDICO, O BAJO SU DIRECCION, EN CENTRO O ESTABLECIMIENTO SANITARIO, PUBLICO O PRIVADO, ACREDITADO Y CON CONSENTIMIENTO EXPRESO DE LA MUJER EMBARAZADA, CUANDO CONCURRA ALGUNA DE LAS CIRCUNSTANCIAS SIGUIENTES:

1. QUE SEA NECESARIO PARA EVITAR UN GRAVE PELIGRO PARA LA VIDA O LA SALUD FISICA O PSIQUICA DE LA EMBARAZADA Y ASI CONSTE EN UN DICTAMEN EMITIDO CON ANTERIORIDAD A LA INTERVENCION POR UN MEDICO DE LA ESPECIALIDAD CORRESPONDIENTE, DISTINTO DE AQUEL POR QUIEN O BAJO CUYA DIRECCION SE PRACTIQUE EL ABORTO.
EN CASO DE URGENCIA POR RIESGO VITAL PARA LA GESTANTE, PODRA PRESCINDIRSE DEL DICTAMEN Y DEL CONSENTIMIENTO EXPRESO.

2. QUE EL EMBARAZO SEA CONSECUENCIA DE UN HECHO CONSTITUTIVO DE DELITO DE VIOLACION DEL ARTICULO 429, SIEMPRE QUE EL ABORTO SE PRACTIQUE DENTRO DE LAS DOCE PRIMERAS SEMANAS DE GESTACION Y QUE EL MENCIONADO HECHO HUBIESE SIDO DENUNCIADO.

3. QUE SE PRESUMA QUE EL FETO HABRA DE NACER CON GRAVES TARAS FISICAS O PSIQUICAS, SIEMPRE QUE EL ABORTO SE PRECTIQUE DENTRO DE LAS VEINTIDOS PRIMERAS SEMANAS DE GESTACION Y QUE EL DICTAMEN, EXPRESADO CON ANTERIORIDAD A LA PRACTICADEL ABORTO, SEA EMITIDO POR DOS ESPECIALISTAS DE CENTRO O ESTABLECIMIENTO SANITARIO, PUBLICO O PRIVADO, ACREDITADO AL EFECTO, Y DISTINTOS DE AQUEL O BAJO CUYA DIRECCION SE PRACTIQUE EL ABORTO.

2. EN LOS CASOS PREVISTOS EN EL NUMERO ANTERIOR, NO SERA PUNIBLE LA CONDUCTA DE LA EMBARAZADA AUN CUANDO LA PRACTICA DEL ABORTO NO SE REALICE EN UN CENTRO O ESTABLECIMIENTO PUBLICO O PRIVADO ACREDITADO O NO SE HAYAN EMITIDO LOS DICTAMENES MEDICOS EXIGIDOS."


POR TANTO,
MANDO A TODOS LOS ESPAÑOLES, PARTICULARES Y AUTORIDADES QUE GUARDEN Y HAGAN GUARDAR ESTA LEY ORGANICA.
PALACIO DE LA ZARZUELA, MADRID, A 5 DE JULIO DE 1985.-JUAN CARLOS R.-EL PRESIDENTE DEL GOBIERNO, FELIPE GONZALEZ MARQUEZ.

Direita Esquerda - Esquerda Direita




A imagem que acompanha este post (que até poderia ser o nosso logotipo eheh) tirei de um post no Corta-Fitas, um blog que aconselho vivamente.

segunda-feira, novembro 20, 2006

a idade do armário!

A adolescência é sempre um processo difícil para alguns. Não só para os filhos como para os pais.
Coitado do "Ganda Nóia", é um imcompreendido. Parece que o pai anda muito ocupado por Belém e não lhe dá a atenção que ele desejava. Como se não bastasse, insiste em dar atenção ao sobrinho Sócrates - na perspectiva do "Ganda Nóia", mais atenção ao sobrinho que a ele que é seu filho. Está mal!

terça-feira, novembro 14, 2006

mais do mesmo...

Além mar, continua o cozinhar das guerrinhas à escala da "aldeia global" pelo menino Bush e seus aliados... esta novela é pior que algumas da TVI, "duram, duram e duram" - já chateia. Uma pessoa está sempre a levar com os mesmos protagonistas. Nunca mais se vão embora! Não é para mais uma série ou temporada, quero dizer, é para irem mesmo embora de vez. A mania que têm de continuar a insistir numa carreira para a qual não têm talento...
Pior, não bastasse a novela e o circo que faz do palco que é o mundo, ainda se mete a discutir a idade da democracia à escala planetária! Como se a democracia dele fosse mais velha que as outras... ou como se ele fosse democrata!?
Bush porque é que não te juntas ao White Castle e vão fazer uma digressão mundial com o vosso establishement favorito - o circo*!?! Quiçá, o melhor mesmo era que fosse uma digressão universal... talvez encontrem um Texas em Marte! Ou então, venham trabalhar para uma quinta qualquer que não vos transmita para canal algum...
*peço desde já desculpa por usar o termo "circo" em tom depreciativo, visto que O CIRCO e as ARTES CIRCENSES são uma das formas de transmissão de cultura e de valores - o que há partida exclui estes senhores da sua frequência e representação.

Mais uma do Ganda Nóia

Achei engraçada a comparação feita pelo Dr. Marques Mendes entra a Dr.ª Fátima Felgueiras e o Dr. Alberto João Jardim.

Será que foi por os dois terem ganho as respectivas eleições?

Não pode ser, isso é normal. Deve ser por os dois se refugiarem em Paraísos Lusófonos, só pode!

Para conhecimento

Na Escola onde dou aulas, foi ontem agredida uma professora. para ser simpático, digo que selvaticamente.

Sou um admirador de algumas politicas da Sr.ª Ministra, apesar de considerar que a maior parte é de show off, não fosse ela socialista.

Mas neste campo, devia ter mais cuidado. A realidade é bem mais real nas salas de aula públicas que a Sr.ª Ministra demonstra desconhecer totalmente.

Porque quando a Sr.ª Ministra assiste a uma aula eles portam-se todosmmuito bem! e até sabem tudo!

Veja bem, e que tal em vez de ser Ministra se fose Professora Primária?

Despenalização? Descriminalização? Mulheres? Homens? Sociedade?

Algumas considerações já atrasadas mas sobre um problema actual:

  1. Não percebo como se pode discutir o aborto e colocar uma fasquia de 10 semanas sem qualquer dado científico que o comprove
  2. Não percebo como é que num país onde a pirâmide demográfica está totalmente invertida, sendo o país dos 25 onde essa inversão pode acarretar mais dissabores, que um Governo de Maioria Absoluta aposte em gastar milhões em abortos, em vez de promover a natalidade.
  3. Desculpem, fui naif. Esqueci-me que era um Governo Socialista, tão socialista que o que interessa é ser populista e aumentar a receita. Diminuir a despesa é que nem pensar. Portanto os benefícios fiscais para a Natalidade estão totalmente postos de lado.
  4. Não percebo como se podem ignorar os dados espanhóis, essa tão badalada sociedade, que dizem que o número de abosrtos de portuguesas é de 4000 por mês.
  5. Não percebo como é que não se aposta na prevenção do mal. Prefere-se arranjar a cura milagrosa que mais não vai fazer que aumentar o sofrimento.
  6. Desculpem outra vez, é mesmo um >Governo Socialista.
  7. Não consigo mesmo perceber que a responsabilidade seja só da mãe, quer seja casada ou não. No mínimo, e em caso de ser casada, penso que o marido devia saber. Mas a lei diz que não.
  8. Desculpem outra vez. ESta lei é para escamotear a lei da paridade, a mais machista desde o início do século?
  9. Não consigo compreender como é que não existe educação sexual nas escolas.
  10. Não consigo compreender como é que se diz levianamente que a "geração rasca" tem toda a informação que precisa mas muitos dos que estão no interior e com mais idade e afastados da informação massiva não conhecem os métodos contraceptivos. Não deixando de ser verdade, e que tal informar em vez de abortar?
  11. Será que a utopia chega ao ponto de considerarem que as mulheres que são espancadas em casa, já com 3 e 4 filhos, vão fazer um aborto a uma clínica legalizada? Para quê? Levar mais pancada a seguir?
  12. Não percebo, desculpem mas não percebo. Mas aceito que se possam fazer abortos até Às 10 semanas em caso de violação, má formação congénita, perigo de vida para a mãe ou mesmo em casos em que a precaridade quer social quer financeira não permita desenvolver uma criança com tudo o que merece.
  13. Ou alguém tem dúvidas que muitos vão ser aqueles que usarão este método com leviandade?
  14. Que não se preocuparão?
  15. A sondagem do DN é esclarecedora. O Sim irá vencer, mas com mais de 50% dos votos a serem de homens. Entre as mulheres apenas votam 35% no sim. É só pensar.

Ponderei votar sim, porque compreendo que há casais que não podem nem devem ter filhos porque isso poderia por em causa a própria sobrevivência deles próprios. Compreendo e aceito que "azares" acontecem.

Jamais poderei votar sim quando a pergunta é posta como esta foi. E a Lei redigida como esta foi.

E por curiosidade, isto parece um jogo de futebol dos anos 90 em que o jogo só terminava depois do Porto marcar o golo da vitória. É igual. Se o NÃO ganhar no referendo com menos de 50% dos votos, será feito um novo referendo daqui a 8 anos. Mas se o SIM ganhar mesmo que seja com menos que 50%, o Governo legisla.

Grande figura de ursos que vamos fazer às urnas. Não interessa. O resultado final já está definido.

A não ser que o bom senso ainda seja a grande arma dos Portugueses.

Assertividade

Cara Amiga

Só agora pude ler com atenção o teu post sobre o Aborto.

Para alguns esta palavra é muito forte mas gosto de chamar as coisas pelos nomes.

Mas não é isso que me traz aqui. Apenas uma pergunta.

Sabes o que é assertividade?

Uma dose qb de assertividade, juntando à tua dose de manipuladora iria fazer-te muito bem, principalmente nesta questão.