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quinta-feira, março 13, 2008

Não há má publicidade?

Gato Fedorento (Ricardo Araujo Pereira) sobre PSD:
"No PSD, que é um partido que se caracteriza por não ter ideologia nenhuma, (...) o António Capucho não concorda com o Luís Filipe Menezes; o Luís Filipe Menezes não concorda com o Rui Rio; o Rui Rio não concorda com o Pacheco Pereira, e o Pacheco Pereira não concorda com ninguém.”

PSD sobre PSD (1 exemplo):
"A maioria socialista que governa a Câmara de Lisboa quer manter a social-democrata Marina Ferreira à frente da Empresa Municipal de Estacionamento de Lisboa (EMEL), mas dois dos três vereadores do PSD que ontem estiveram na reunião da autarquia votaram contra a sua nomeação, ajudando assim a chumbar o nome proposto."

Público (título de noticia) sobre críticas do PSD ao governo Sócrates:
"Os sete pecados de Sócrates, que afinal foram seis"


Eu até sou daqueles que acredita que não há má publicidade. Mas é díficil conter a vontade de criticar.

- Senhor Presidente do PSD, por favor LIDERE com coerência. É pouco mais que isto que precisamos. Um pouco de mais cuidado na comunicação...
Fico aqui à espera e bom trabalho.

terça-feira, março 04, 2008

A luta continua

As boas ideias politicas devem ser elogiadas.
A luta da distrital laranja em Lisboa pelos recibos verdes é sem dúvida um boa luta.
É um problema do nosso mercado laboral e da nossa economia. Pode-se concordar ou não com todas as reivindicações desta acção política mas custa-me mesmo muito aceitar que alguém possa ser insensível a esta discussão.
Vale a pena subscrever esta petição.

segunda-feira, fevereiro 18, 2008

SÓcrates

Acabei de ouvir o nosso SÓcrates. A entrevista concedida à Sic foi interessante.
O nosso primeiro-ministro estuda bem como quer comunicar. Agarra-se bem aos conceitos que promove. Eu elogio esta atitude.
Por incrível que pareça simpatizo com a predisposição lógica que o Sócrates tenta atribuir ás ideias que apresenta. A simplicidade com que justifica todas os soundbites que vão sendo criados ajuda-o a manter uma imagem que ele quer ter: o primeiro-ministro que serve para tomar decisões.
Não consigo assumir uma critica a todas as ideias que fez passar porque estou sempre mais incomodado com a ausência de continuidade nas reformas. Cada governo cada sentença.
Todavia queria aqui deixar que a justificação por esta minha simpatia pela entrevista do SÓcrates: A OPOSIÇÃO É INCOMPETENTE!
Eu já sabia mas na sequência da entrevista, a Sic Noticias apresentou os comentários de porta-vozes do PSD, PCP e BE. Que vergonha de comentários.
E o meu partido esteve francamente mal na voz da Zita Seabra. Para além do discurso ser vazio e populista é exactamente igual ao do PCP (que estranho não é!?). A ideia de que o maior partido da oposição, o potencial próximo governo não ter uma análise bem feita de uma entrevista rara do 1º ministro é preocupante. E eu não entendo como é que se vão desperdiçando oportunidades em cima de oportunidades de acabar de vez com a arrogância de poder do SÓcrates. E sobre esta entrevista o PSD podia ter facturado umas coisitas…

quarta-feira, janeiro 23, 2008

Next Step by Antony Black

Os países nórdicos discutem novos conceitos de participação politica à algum tempo. A base tecnológica e a acessibilidade em massa à internet provocam novas abordagens ao tema da democracia.
Nós por cá já temos um senhor deputado que quer dar este passo em frente.
Basta registar (email e telemóvel obrigatório) e temos acesso a discutir e confiar que a nossa opinião será levada em conta em discussões de diversas áreas.
Por favor clique aqui e seja bem-vindo ao mundo digital da democracia.
Afinal nem tudo é escuro no António Preto...

quinta-feira, janeiro 17, 2008

Referendar

Desde que o aeroporto dominou a opinião publica que tenho feito um esforço para não me esquecer da questão do referendo.
Compreendo a decisão do senhor SÓcrates. Os motivos que apresenta são na minha perspectiva razoáveis. A questão da conjectura internacional e do verdadeiro contexto do Tratado com o nome da nossa capital parecem-me suficientemente orientadores para se incumprir uma predisposição eleitoral (o senhor SÓcrates disse que não prometeu referendar este referendo em específico). No entanto tenho-me interrogado com frequência porque é que Portugal, país historicamente habituado a contactar com outros povos, nunca votou sobre a Europa.
Eu acredito que faz sentido o poder representativo. Eu voto num político qualquer de um qualquer partido para tomar decisões.
Mas interrogo-me sobre os motivos que levaram a nossa classe dirigente a nunca em 20 anos ter colocado nas urnas de voto este tema fundamental. Não sei que motivo pode haver para além da normal e pequena arrogância politica.
Espero que as crises do futuro nunca tomem dimensões desmesuradas. Acho que são decisões como esta que revelam falta de dimensão politica dos governantes.
Vai ser tão fácil por isto tudo em causa...

quarta-feira, maio 30, 2007

Greve Geral

A greve é um direito que assiste aos cidadãos, e por isso não podem ser penalizados por ela, isto é, não devem descontar no salário o dia em que o indivíduo faz greve. O cumprimento dos direitos e deveres não dá direito a penalizações.
Só nos CTT, é que gostam e é apanágio da administração, controlar os funcionários que fazem greve, e depois penalizá-los não só financeiramente mas a nível profissional nos seus destacamentos. Isto é que não é profícuo para o país.
A única coisa que me desagrada é o facto de ainda ser apenas, na maioria, a função pública a fazer greve, e não todos os trabalhadores. É que as políticas do governo afectam todos e não apenas os do sector público. A ideia que os media têm passado ao entrevistar pessoas que dizem que foram prejudicadas pela greve, ou são do PS, ou então não têm noção de que a luta que é levada a cabo é mais que justa e que se fizessem parte dela as coisas já teriam mudado há muito.
Dizem que a economia pára, que o país sofre economicamente, mas o nosso país sofre economicamente todos os dias com as políticas neo-liberais deste governo PS, e essas políticas a longo prazo serão bem mais prejudiciais.
Continuamos pois, num Portugal em que a consciência política é mínima, e onde quem luta pelos seus direitos é criticado. Dor de cotovelo, falta de coragem, mais ainda de conhecimento dos seus direitos e deveres, e falta de um sentimento de Estado em que a liberdade tem de ser real e não sublimada em coletes de forças que se reduzem depois a números e comentários políticos que favorecem mormente o Governo.

segunda-feira, maio 07, 2007

"Prós e Contras", a televisão pública numa demonstração de democratura

Anuncia a RTP, sobre o próximo Prós e Contras, 7 Maio 2007:
"CHOQUE DE VALORES"
A França decide a presidência! Os madeirenses escolhem o líder! Em Lisboa espreita um novo acto eleitoral! Direita ou esquerda? O que valem estes conceitos? Que agendas políticas suportam? O que significa ser de esquerda ou de direita? O Choque de Valores com Mário Soares, Adriano Moreira, Miguel Portas e Paulo Rangel no maior debate da televisão portuguesa. Prós e Contras, segunda-feira à noite na RTP.
Não haja dúvida que a exclusão do PCP deste debate foi ponderada e propositada. Assim anda a democracia em Portugal, reflexo de um país que vira à direita (eleições na Madeira) como a França. Representará isto uma tendência a proliferar no resto do mundo?!
Devido à exclusão do PCP, deixo aqui o comunicado de imprensa do mesmo:
"Não calam a voz do PCP!
A RTP vai emitir na próxima segunda-feira mais uma edição do programa “Prós e Contras” sob o tema “Choque de valores”, onde anuncia a discussão de um conjunto de elementos de grande actualidade política e ideológica, nomeadamente as eleições presidências em França e as regionais na Madeira, a situação na Câmara Municipal de Lisboa e as eleições que em breve ocorrerão, o que distingue a Esquerda da Direita, entre outros.
Para o painel de convidados está anunciada a presença do último candidato presidencial do PS (Mário Soares), de um ex-presidente do CDS-PP (Adriano Moreira), de um deputado do PSD (Paulo Rangel) e de um dirigente e eurodeputado do BE (Miguel Portas), excluindo de forma inqualificável a presença do PCP, partido que, registe-se, é a terceira força política nacional com representação na Assembleia da República, isto para além das posições e responsabilidades que assume no Concelho de Lisboa e na Região Autónoma da Madeira.
Registe-se também que, após a divulgação pela RTP do conteúdo e do formato do programa, o PCP procurou junto da produção do “Prós e Contras” e da Direcção de Programas da RTP, sugerir a participação de um membro do PCP, hipótese esta que foi cabalmente rejeitada.
O Painel de convidados que foi anunciado, não suscita qualquer dúvida quanto à relação entre os presentes e o partido político a que pertencem, pelo que a exclusão do PCP por parte da RTP só pode ser entendida como forma de silenciar e apagar o papel, a reflexão e intervenção dos Comunistas, numa atitude que viola o pluralismo, o rigor, o respeito pelos telespectadores a que qualquer operador de televisão está vinculado, ainda mais no caso da RTP como prestador de serviço público.
O PCP não aceita esta discriminação e amanhã dia 7, irá fazer deslocar para junto das instalações da Casa do Artista, pelas 21 horas, local de onde o programa Prós e Contras será emitido, uma numerosa delegação com o objectivo de participar no programa e expressar o seu veemente protesto perante esta inaceitável exclusão. O PCP desenvolverá ainda um outro conjunto de iniciativas com vista a repor o pluralismo na televisão pública.
O Gabinete de Imprensa do PCP"

quinta-feira, maio 03, 2007

Paulo Portas no seu pior!

Segundo Paulo Portas, parece que Hitler tinha razão quanto ao lema que constava na placa à entrada do campo de concentração de Auschwitz I: O trabalho liberta ("Arbeit macht frei") . Os prisioneiros do campo saíam para trabalhar durante o dia nas construções do campo ao som de música de marcha tocada por uma orquestra.

Para termos uma ideia, as SS ("Schutzstaffel", em português "escudo de protecção) geralmente selecionavam prisioneiros - os kapos, para fiscalizar os restantes. Todos os prisioneiros do campo trabalhavam durante a semana menos ao domingo, exceptuando os das fábricas de armas que trabalhavam todos os dias. As fortes condições de trabalho unidas à desnutrição e higiene precária faziam com que a taxa de mortalidade entre os prisioneiros fosse elevada.