Mostrar mensagens com a etiqueta política internacional. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta política internacional. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, abril 10, 2008

Sinais dos tempos

















Segundo o Prémio Nobel da Economia, Joseph Stiglitz a guerra do Iraque custou:
Dá que pensar: o que querem certas pessoas do mundo em que vivemos, a que aspiram, que mundo idealizam, que meios usam para atingir esses fins?!
Porque continuam a deixá-los dirigir o destino de cada indivíduo, se só lhes interessam os seus próprios objectivos?!

quinta-feira, março 27, 2008

2 em 1!

Talvez possas entender estes pontos de vista:
Agora não me digas é que és favorável à guerra no Iraque e que os motivos levantados eram sérios, tão sérios que todas as razões apontadas foram desmentidas até por relatórios do pentágono.

terça-feira, março 18, 2008

a importância da imagem


Mas alguém acredita que este senhor incentiva rebeliões violentas?

é de ficar com os olhos em bico ;)

sábado, março 08, 2008

Intolerância ... mais um exemplo

Faz pouco tempo que aqui escrevi que considero a esquerda mais intolerante que a direita. Dei um exemplo estrangeiro, mas podia ter dado alguns bem portugueses. Assim de repente lembro-me daquele suposto movimento que, em terras algarvias, vandalizou um campo de milho (transgénico), agredindo os seus proprietários.
Na longa história sul americana, em especifico colombiana, há um movimento que se mantém contra sistema, criando o seu próprio sistema, com acções terroristas e financiando-se através do tráfico de droga. As FARC são um exemplo do pior terrorismo que ainda vai existindo. O governo colombiano não desiste de combater (e bem) esses criminosos. Recentemente abateu um dos seus principais lideres. E o que diz a esquerda portuguesa?
Surreal!

quarta-feira, fevereiro 27, 2008

Estou "banzado"

Estou "banzado"!
Alguém que designa os EUA como "suposto país democrático" vive em que planeta?
Já sei! Pelo menos gostaria de viver naquele exemplo de democracia participativa e esclarecida que é Cuba!
Sim, estou a ser, obviamente, irónico!

sexta-feira, fevereiro 22, 2008

Pronto, eu fico com o papel da direita...

Meus caros camaradas democratas, tenho a dizer-vos que a mim deu Mc Cain.

Não sei porquê... Nem tem nada que ver comigo!

eheheheh

Mas este resultado foi noutro teste. Neste Foi Obama, Hillary(ante) e Chris Dodd.

Estou triste, vão passar a tratar-me por camarada...

Have a cigar


O comunista (será mais o fidelista) Castro está velho para a luta.

Acabou-se o barbudo dos charutos. Vamos ver quem sucede ao irmãozinho e como se vai comportar o sistema quando o senhor das barbas ocupar a sua ultima morada (gira esta expressão não é?).

Eu gosto tanto do Fidel Castro que decorei à algum tempo o nome de duas brigadas que se opunham ao super democratico e justo regime. Como são sobreviventes da revolução bolivariana estão exilados nos Estados Unidos a bem da segurança desse país propriedade do velho e acabado senhor das barbas.

Numa busca de noticias dos Alphas 66 e dos Brothers of the Rescue encontrei esta magnifica pequena reportagem da agência Reuters .


Para quem não quiser ler deixo neste post estas duas pérolas:


"They're old and dying. We are all of retirement age," he said. "Any time for such action is long past." sobre a luta pela liberdade dos Alpha 66 em Cuba.


"I'm taking too many pills to take any action" dos Brothers of the Rescue.


Nunca o velho lema comunista de vencer pelo cansaço fez tanto sentido...

segunda-feira, fevereiro 18, 2008

Os meus candidatos

Seguindo o teste que referencias te sobre os candidatos à casa branca deixo aqui os meus resultados:

1-Hilary
2-Obama
3-Bill Richardson

Ou seja todos democratas!

Curioso não achas?!

Podemos discutir onde estão as divergências de opinião...

Quase que fiquei convencido ...

... em começar a gritar, com convicção, OBAMA ... BARACK OBAMA!
Ao ler « E porque a vitória do Democrata Obama oferece-nos a todos a possibilidade de, durante pelo menos cinco anos, descansarmos da estafada retórica esquerdista anti-americana. Será politicamente incorrecto! Como sobreviverá a esquerda inquisitorial sem o seu tradicional bode expiatório? Talvez se ilumine e refresque as empoeiradas ideias. »
a explicação de João Távora, do Corta Fitas, do porquê de torcer por Obama.

sexta-feira, fevereiro 15, 2008

Presidenciais Americanas ... Volver!

Através do Observatório do ITD, que já aconselhei a visita em outro post, tive conhecimento deste teste. Um pequeno Quiz que nos diz qual o nosso candidato nas Presidenciais Americanas.

Resolvi fazer o teste!

E o resultado foi, por ordem preferencial:

1- Rudy Giuliani
2- Ron Paul
3- Mitt Romney

Ora bem, todos Republicanos! O que na linguagem politica americana significa ... que não volvi!

À Direita :)

quinta-feira, fevereiro 07, 2008

Primário


Com todo este ruído até parece que os EUA já não têm presidente.
Bush júnior é sem dúvida um actor marcante na história do inicio do nosso século. Não sei como classificar este presidente Bush da mesma forma como tenho alguma dificuldade em entender como é que um líder dos EUA gere os lobbies que o elegem. O processo de decisão presidencial deve ser interessantíssimo. Será nesta gestão que se define um bom de um mau líder.
O que espero é que o exemplo deste presidente faça com que o "regular guy" deixe de ser um trunfo no marketing politico norte-americano. Espero também que depois de um presidente caquéctico não seja um eleito um septuagenário republicano.

sexta-feira, janeiro 11, 2008

It Don't Matter If You're Black Or Woman

Adoro as eleições americanas!
Acompanhei toda a noite as primárias de New Hampshire. A perspectiva dos analistas políticos é fascinante e são óbvios e assumidos os apoios dos media aos seus candidatos. E os discursos dos candidatos... Puro e fascinante trabalho sobre a arte de comunicar...
Goste-se ou não ali estão políticos assumidamente profissionais. Eu gosto. No entanto gosto ainda mais da ironia de ver em confronto (nem que seja só nas primárias democratas) um afro-americano contra uma mulher. Um homem negro de nome Obama contra uma esposa eventualmente traída de um grande presidente. A emoção e a motivação no discurso contra a fria experiência politica.
Muito giro, muito bom.
Das infinitas análises que se podem fazer sobre um mesmo tema achei relevante partilhar dois dos argumentos utilizados para justificar a diferença dos resultados eleitorais para as sondagens. Em primeiro o fácil acesso dos eleitores à informação dos candidatos que pode fazer que alterem a opinião quando se aproxima o escrutínio (uma analise sustentada no volume de acessos aos sites dos candidatos). Em segundo a diferença da resposta a uma sondagem para o momento do voto. É moderno ou progressista afirmar que se vote num negro ou numa mulher mas não quer dizer que se "consiga" assumir esse facto no momento de efectivar o voto. Este é um dos factores que colocaram o Edwards como o candidato que mais facilmente ganhava a qualquer candidato republicano.

segunda-feira, maio 07, 2007

políticas liberais e "não neoliberais"

Apesar de todas as políticas praticadas desde o Chile de Pinochet até aos States de Bush, com todas as jogadas económicas, "a 'globalização' e 'neoliberalismo', como motores do crescimento económico e o desenvolvimento dos países, não reduziram as desigualdades e a pobreza nas últimas décadas" (Jomo Sundaram, secretário-geral adjunto da ONU para o Desenvolvimento Econômico, e Jacques Baudot, economista especializado em temas de globalização, in Flat World, Big Gaps).
Tiram ainda outras conclusões "A desigualdade na renda per capita aumentou em vários países da OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico) durante essas duas décadas, o que sugere que a desregulação dos mercados teve como resultado uma maior concentração do poder económico." A liberalização do fluxo de capitais financeiros internacionais, que era apontada como uma maneira segura de fazer os capitais jorrarem dos países ricos para irem irrigar as economias dos países pobres, deles sedentos, funcionou exatamente ao contrário. O fluxo de dinheiro inverteu-se, e os capitais fugiram dos países mais pobres, indo para os mais ricos: "Houve uma tremenda liberalização financeira e se se pensava que o fluxo de capital iria dos países ricos aos pobres, mas ocorreu o contrário", referiu Sundaram - "os EUA recebem investimentos dos países em desenvolvimento, concretamente nos bónus e obrigações do Tesouro, e em outros sectores" (Globalização não reduz desigualdade e pobreza no mundo, diz ONU. Agência Efe. In: Mundo, Folha online).
A "liberalização" de fluxos financeiros é muito assimétrica. Os países que mais defendem a liberalização total dos fluxos de capitais não a praticam dentro das suas fronteiras. Os Estados Unidos, com o seu forte discurso liberalizante criou, por exemplo, a "Community Reinvestment Act" (Lei do Reinvestimento Comunitário) que obriga os seus bancos a reaplicar localmente parte do dinheiro que captam na comunidade. A Alemanha resistiu a todas as pressões para "internacionalizar" os seus capitais; hoje 60% da poupança da população alemã está em caixas municipais, que financiam pequenas empresas, escolas e hospitais. A França criou um movimento chamado "Operações Financeiras Éticas". A apregoada liberdade irrestrita para os fluxos de capitais parece ter sido adoptada apenas pelos países sub-desenvolvidos, que se vêem frequentemente submetidos a graves crises causadas pela sua vulnerabilidade às violentas movimentações especulativas mundiais (PINHEIRO, Márcia. A nova ordem mundial, in Sem rédeas nem juízo. Especial. Revista Carta Capital, nº 434, 7/3/2007, pp. 8-13).
Acerca dos países considerados anti neoliberais:
Néstor Kirchner na Argentina e Hugo Chávez na Venezuela só cometem erros, dizem os neoliberais. Mas, os seus países continuam a crescer: a Argentina cresce a mais de 8% ao ano desde 2003 e a Venezuela tem crescido a mais de 10% a.a. desde que foi derrotado o golpe de estado contra Chávez, em Abril de 2002. Crescimento do PIB, Argentina 2003-07: 8,8%, 9,0%, 9,2,%, 8,5%, 7,4%; Venezuela 2004-07: 18,3%, 10,3%, 10,3%, 7%. (COSTA, Antonio Luiz M. C. Vidas Paralelas. Nosso Mundo. Revista CartaCapital nº 434, 7/3/2007 pp. 30-32).

A França e Sarkozy

Filho de emigrantes húngaros, cuja família pertencia à pequena nobresa húngara. É por isso que prevê a política de apenas permitir emigrantes na medida das necessidades de trabalho do país! Mais, daí a necessidade de criar um Ministério da Imigrição e da Identidade Nacional... um bocado xenófobo!
Tem um antepassado que se bateu valentemente contra os Turcos. É por isso que é contra a entrada dos Turcos na União Europeia! Lá está a xenofobia outra vez!
Considerado um político liberal por querer menos sindicatos e menos impostos! Há coisas que custam a entender. Ok, menos impostos é mais liberal. Mas, menos sindicatos também é mais liberal?! Ou será, neoliberal?! Então e aumento do horário de trabalho também é liberal?! Parece que para Sarkozy a semana das 35 horas é insustentável para a competitividade da economia. Até parece que a França sofre muito a nível económico... sofre como qualquer país capitalista, onde a riqueza é mal distribuída, e onde há pala de tanto liberalismo acaba por cair num subsidiarismo. Esse concerteza não liberal, mas com raízes na cultura da caridadezinha, fruto de influências católicas, de um estado de assistência e não de solidariedade social...
Sendo que o Liberalismo é a ideologia da liberdade, liberdade como princípio fundamental, nascida no seio do Iluminismo, e a nível ideológico-político, social e económico caracterizado como o "primado da soberania popular e da vontade geral, aplicação estrita do princípio laisser faire, laisser passer" (Calvo-Serer), pergunto-me como é que a diminuição da participação político-sindicalista do indivíduo e da população em sociedade é Liberal?!
Mais, como é que a criação de organismos para controlar a população do País é Liberal?! Não é um estado Liberal aquele em que o Estado intervém menos?! Ou será no neoliberalismo que o Estado deve intervir o menos possível, mas em qualquer temática que mexa com a economia e o crescimento económico do país, aí o Estado já pode e deve intervir?! Será que é por isso que existe na teoria Neoliberal um Estado que deve intervir a um micronível - que é para quando dá jeito?!
Interessante, será que o Liberalismo tem apenas a vertente da liberdade económica?! Não me lembro de ler isso em Thomas Morus, Hobbes ou Rousseau. Aliás, a vertente socio-económico aí funciona como balança, não há dois pesos e duas medidas: uma liberdade económica, mas não uma liberdade social... mas eles devem ser liberais de outros tempos! Contudo, percebo que o Liberalismo como imbuído também da filosofia grego-romana e do Cristianismo, principalmente do último, luta contra algumas tentações! Já Paulo VI dizia "o uso da liberdade facilmente pode degenerar em desordem: em primeiro lugar, o individualismo, e, em consequência dele, o egoísmo, a confusão social, donde nascem a repressão, a desintegração da comunidade". Claro está, neste liberalismo há o culto do individualismo, e não a Liberdade enquanto responsabilizadora e ao mesmo tempo unificadora dos indivíduos de forma a constituir o laço social, o contrato social (esse monstro que não deixa a economia evoluir ao olhos dos neoliberais). Como se a Liberdade não fosse também respeito pelo outro, e antes disso por nós próprios, pautada por uma conduta de consciência individual e social, porque só na interacção com os diferentes nos conhecemos, e só respeitando os outros eles nos respeitam... isto também deve ser outra ideologia de Liberdade!
O termo Liberalismo está por certo desvirtuado, de tão mau uso que dele se tem feito. Ser Liberal não é ser-se individualista, não é ser-se permissivo até onde nos dá jeito, não tem como oponente o totalitarismo, porque nos tempos que correm totalitários são todos os governos que não são liberais, no sentido em que não respeitam a vontade geral e a soberania popular. Melhor, que apenas são liberais no momento em que são eleitos por sufrágio universal, logo pela vontade geral, mas após serem eleitos as suas vozes não se ouvem, e fazem como o Alberto João. Este, agradeceu "aos trabalhadores sociais-democratas que votaram nele"...
Outros factos importantes, são o facto de os países que não fomentam políticas ditas capitalistas (neoliberais), terem visto a sua economia crescer sem atropelarem os direitos das populações, e sem os fazerem escravos dos seus belos caprichos, que gostam de rotular com este ou aquele termo para que sejam bem ou mal aceites, e discutidos por esse mundo fora. Enquanto as pessoas se baralham com os termos, não ligam às políticas, e depois temos uma França sempre revolucionária, mas depois da revolução como foi o caso do maio de 68, há sempre uma volta às suas origens despóticas... vivem na saudade de um Luís XIV e de um país supostamente, sobejamente superior aos outros quer em termos culturais, quer em termos sociais e económicos. Não devem ter memória, e nem deve saber que aí o estado económico-social do país era miserável...