quinta-feira, junho 26, 2008
domingo, junho 22, 2008
se a tua música não prestar...
por
Tânia Mealha
às
15:53
0
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Etiquetagem Inovação e Desenvolvimento
o governo que temos
A ilusão de que tudo está bem não chega para transformar uma mentira numa verdade.
por
Tânia Mealha
às
15:38
3
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Etiquetagem Politica Nacional, Psicologia e Cª
terça-feira, junho 10, 2008
dúvidas...
Câmara de Comuns ou Câmara Unipessoal?!
por
Tânia Mealha
às
23:00
1 politiquices
Etiquetagem Pensamentos
por estes dias...
Não é vergonha nenhuma, nem deve considerar-se desnecessário ou em vão morrer por algo em que se acredita, apenas o diz quem não quer lembrar porque é que essas pessoas viveram, lutaram e morreram. Quanto muito será uma vergonha viver-se sem saber o que é que se desejou, pelo que é que se lutou, o que é que se fez, claro está, na minha perspectiva pessoal.
por
Tânia Mealha
às
22:58
1 politiquices
Etiquetagem Pensamentos, Politica Nacional
sexta-feira, abril 25, 2008
25 DE ABRIL, SEMPRE
Em idas vindas esperas
Dizia soldado amigo
por
Tânia Mealha
às
23:10
0
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Etiquetagem 25 Abril, José Carlos Ary dos Santos
terça-feira, abril 22, 2008
O dilema que justifica as acções de Alberto João Jardim!?
Se faço o que é justo, os homens odiar-me-ão
Se faço o que é injusto, os homens odiar-me-ão
Portanto, de qualquer modo, serei odiado
por
Tânia Mealha
às
00:53
1 politiquices
Etiquetagem Filosofias, Pensamentos, Politica Nacional, Psicologia e Cª
segunda-feira, abril 21, 2008
PSD - o momento actual
Eis a minha posição perante o momento actual do PSD.
por
Rodrigo
às
13:49
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quarta-feira, abril 16, 2008
a sabedoria de um Índio Vs. o pensamento ocidental
por
Tânia Mealha
às
19:11
2
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Etiquetagem Ideias, Psicologia e Cª
segunda-feira, abril 14, 2008
Abril folhas mil
Lembrei-me este domingo que o 25/4 estava aí a vir. Será porque me chamaram fascista por não ter moedas para dar ao profissional que arruma ordenadamente os automóveis em Belém, depois de ter chegado a Lisboa via Ponte Oliveira Salazar? Ou porque de seguida encontrei o João: jovem votante no Bloco de Esquerda. Ele vinha a sair do seu BMW 120d e trocamos umas impressões sobre a vida de cada um (o que é que andas a fazer e tal e não sei quê). Um pouquito nada mais tarde, li uma notícia sobre o despedimento colectivo e outra sobre a vitória das manifestações dos professores. De volta para o carro vejo uma LUTA entre dois cãezitos e reparo nas diversas manifestações de CULTURA que um flyer do CCB publicitava.
Só faltava mesmo ligar o rádio e ouvir o Zeca a trautear as suas cantorias. O que felizmente não aconteceu.
Como estamos em Abril lembrei-me que está quase na hora de louvar a democracia e os seus fundadores. Fico todos os anos com a sensação que falta qualquer coisa na história daquele dia de uma floral revolução. Antes do 25/4 se falássemos éramos torturados pelo estado rico e controlador e depois tudo foi um mar de liberdade. Como tenho a noção que ainda estamos pouco distantes de 1974 fico à espera de um dia, lá para 2030, ver um programa estilo "Toda a Verdade" sobre o 25/4.
Ainda assim serviu este tema para finalmente começar a ler o livro da Irene Flunser Pimentel, "A História da PIDE". Estou a gostar.
por
Anónimo
às
03:55
1 politiquices
Etiquetagem 25/4/1979
domingo, abril 13, 2008
Siglas da minha vida - IV
por
Rodrigo
às
17:57
0
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Etiquetagem Belenenses, Siglas
também posso?! mas não quero ser "presidente da junta de freguesia"!
Como desconfio de blogs altamente publicitados e com poucos comentários (e isto não é demência, nem percepção alterada, quanto muito será paranóia, mas às vezes a paranóia é organizadora!), e não vá dar-se o caso de a censura ter sobrevivido a outros tempos, ou quiçá, voltar a estar na moda, reproduzo aqui o comentário que deixei nesse tão afamado reduto de participação democrática, onde colaboram alguns amigos meus, e que para meu descanso continuam a trabalhar pela democracia fora da blogosfera (é que para escrever, na blogsfera ou fora dela, até pode haver gente com muito jeito, para trabalhar, fora da blogosfera, é preciso ter mais alguns recursos que não os da má língua ou má escrita!):
"Avante - São conhecidas no entanto as fortes críticas feitas ao governo e ao presidente, as acusações de corrupção ao nível do aparelho de Estado, a existência de grandes desigualdades… Jerónimo de Sousa - É um facto. Mas devo dizer que neste momento sentimos haver um esforço claro do MPLA no combate à corrupção. Neste aspecto, pode dizer-se que, havendo um problema, não se sente a corrupção como um fenómeno instalado e em desenvolvimento, mas antes como uma situação que está a ser encarada e combatida pelo MPLA".
E quando dizes "descriminando ideológicamente tudo e todos, subordinando principios morais e éticos a metas politicas e a dogmas, torcendo a verdade", não me parece que seja o Jerónimo de Sousa que não tem percepção da realidade:
"Avante - É sabido que o PCP e o MPLA, apesar das suas relações de longa data, seguiram nos últimos anos caminhos políticos que estão longe de ser convergentes. Que apreciação é que fazes da evolução do MPLA desde que assumiu o poder em Angola? JS – Para fazer essa avaliação devemos ter em conta vários factores. Em primeiro lugar, temos a questão interna, marcada por uma situação de guerra, com todas as suas consequências devastadoras no plano económico, social e político. A nível externo, houve os acontecimentos a Leste, com a derrota do socialismo e com a desintegração da URSS. Estes aspectos, para além de levarem ao isolamento do MPLA, criaram a necessidade, como os próprios angolanos afirmam, de procurar «novos amigos», alargando as suas relações. Mas importa dizer que também nos reafirmaram – desde o presidente Eduardo dos Santos ao Bureau Político do MPLA – haver uma vontade inequívoca de manter e reforçar as suas velhas amizades, designadamente com o PCP.(...)Um dos problemas de fundo que importa ter presente é que a guerra – que durou mais de 30 anos – acabou há seis anos e que Angola ficou destruída, profundamente devastada em todos os aspectos essenciais para o desenvolvimento de um país: sem empresas, sem agricultura, sem infraestruturas, sem vias de comunicação… Outro dos problemas de fundo prende-se com a situação de Luanda, que passou de um milhão para cinco milhões de habitantes, com tudo o que isto representa de pressão social para a capital do país. De momento, por exemplo, não é possível a área do turismo ter ali qualquer desenvolvimento porque não há estruturas para isso. De qualquer forma, nota-se um esforço tremendo de reconstrução. Luanda parece um estaleiro, com obras de fundo por todo o lado. Estamos a falar de um país em crescimento económico acelerado, a reduzir o desemprego, a tomar as primeiros medidas ao nível da segurança social e da saúde, ou seja de evolução positiva. São mais as potencialidades do que os perigos de retrocesso".
Realmente só existe uma coisa pior que a falta de percepção, é a mentira consciente e construída com um propósito que não o de informar, mas com o de, e usando as tuas palavras, «descriminando ideológicamente tudo e todos, subordinando princípios morais e éticos a metas políticas e a [mitos], torcendo a verdade até esta quebrar e jurando que uma mentira mil vezes repetida se transforma em verdade». Mais cego é aquele que não quer ver!"
"devo salientar que na minha opinião as sondagens não aceleram os processos judiciais nos tribunais, não pagam os empréstimos ao banco, não antecipam as intervenções cirúrgicas nos hospitais nem reforçam o sentimento de segurança de ninguém. (...) Ultrapassada a barreira de metade do mandato, cumpridas que estão várias metas,superados que estão já muitos objectivos, muitas reformas em andamento, algumas a passo mais lento do que o desejável diga-se,fica apenas por demonstrar ao executivo socialista ter capacidade para absorver o impacto do arrefecimento económico mundial, em particular os efeitos do mesmo nas nossas exportações para Espanha, Alemanha e Estados Unidos da América, já ameaçadas pela "alta" do Euro. Julgo também que falta ainda provar que este Governo sabe resistir à tentação populista de governar a olhar para as eleições de 2009, a total inversão do caminho até aqui percorrido seria perniciosa e contraproducente".
por
Tânia Mealha
às
08:00
0
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Etiquetagem opinião da opinião da opinião da opinião..., PCP
quinta-feira, abril 10, 2008
Sinais dos tempos
por
Tânia Mealha
às
20:06
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Etiquetagem EUA, HUMANIDADE, Iraque, MUNDO, política internacional
segunda-feira, abril 07, 2008
Empreendedor
Em Português a palavra empreendedorismo não existe.
No entanto, para quem apenas aplica a palavra empreendedor num contexto de capitalismo empresarial selvagem, deixo aqui a definição.
Empreendedor
Foram detectadas 2 formas.
empreender
Conjugar
de em + Lat. prehendere
v. tr.,
tentar, experimentar, decidir-se a fazer alguma coisa;
resolver;
pôr em execução;
v. int.,
cismar, sentir apreensões.
por
Anónimo
às
21:56
1 politiquices
Etiquetagem Empreendedorismo
Cassetes?!
por
Tânia Mealha
às
18:29
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Etiquetagem Sempre que se fala do 25/4 a Tânia responde
domingo, abril 06, 2008
Positivo, Empreendedor e ....de Direita?
Este teu post motivado pelo meu anterior deixa-me absolutamente convencido que todo o pretexto é válido para se colocar uma cassete.
Se o meu comentário está baseado numa afirmação sobre licenciados, se falo sempre de licenciados e do emprego para os licenciados, é normal que ache que o tema é sobre desemprego dos licenciados. E não sobre os que têm uma formação académica diferente de uma licenciatura.
A força do pensamento positivo é uma expressão que de facto te causou alguns problemas. Assumo que deveria ter explicado melhor. Trabalhar mais e mais é uma coisa. Ter força para encarar o dia-a-dia e objectivos definidos que requerem muito trabalho e tempo para atingir é outra. Esta última frase define a importância de um pouco de pensamento positivo. Eu acho que muitos recém-licenciados não se esforçam o suficiente, o que não quer dizer que não haja muito esforço sem resultados em timings que consideremos razoáveis. Também me provoca cada vez mais confusão o tema das cunhas, mas guardo o tema para um post.
Eu assumo que o 25/4/1974 me provoca alguma confusão. Não pela data, não pela luta que foi travada, não pela mudança para a democracia, mas sim por uma parte dos ideais que provocaram uma estranha noção da relação entre liberdade e responsabilidade. A noção do trabalho e do peso do estado também me causam algumas comichões. Acho que o discurso para o operário/agricultor/funcionário, o sindicalismo controlado, a alergia excessiva aos empresários empregadores são chavões que não contribuem hoje para o desenvolvimento individual de cada português, assim como em nada contribuem para o desenvolvimento sustentável de um país livre e democrata. Parece-me também que a perspectiva de desconfiança e da negatividade é transversal a todos os partidos políticos, mas é próprio dos partidos mais à esquerda.
Admito que me faz confusão ver-te, uma pessoa cheia de força (e ter força é positivo), a emitir constantemente opiniões de semblante negativo.
”Não te esqueças do que defendes se algum dia não tiveres o que comer, nem casa para viver, nem forma de sustentar a tua família”.
É que dá vontade de responder à letra e nunca fica bem.
por
Anónimo
às
17:41
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Etiquetagem Empreendedorismo, Emprego, Sempre que se fala do 25/4 a Tânia responde
sexta-feira, abril 04, 2008
precaridade laboral e empreendedorismo
por
Tânia Mealha
às
18:39
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Etiquetagem Código do Trabalho, Empreendedorismo, Flexisegurança, Precaridade Laboral, PS, PSD
Planeta PS (1)
Acredito que o jovem licenciado vê as coisas mais difíceis do que lhe venderam. O tempo da licenciatura igual a trabalhinho certinho e direitinho para a vida já acabou. E ainda bem.
A verdade é que é um passo difícil. As expectativas goradas e a noção que atingir os fins desejados requer mais trabalho e caminhos que não eram os esperados provocam um espírito depressivo. Mas a verdade é que felizmente nunca se falou tanto em empreededorismo e em criação das próprias oportunidades.
Como acredito na força do pensamento positivo (embora não frequente nenhuma seita) acredito também que se a nossa geração é a geração que deixa de ter as ilusões de Abril (podes escrever à vontade Tânia, que eu respondo).
Acho também que o ministro Gago ou é demasiado positivista ( há nomes mais feios para descrever um “demasiado positivista”) ou vive mesmo noutro planeta*.
Planeta PS – onde as coisas normais não acontecem com regularidade.
por
Anónimo
às
00:50
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Etiquetagem Empreendedorismo, Emprego, Juventude, Mariano Gago, Ministro da Ciência e Ensino Superior, Trabalho
quinta-feira, abril 03, 2008
Crise de confiança
Normalmente sei que têm sempre lá uma peta ou outra, mas desta vez eu escolhi acreditar que a águia do Benfica tinha fugido do estádio nos treinos!! Ridículo. A minha crença neste meu clube esta época é tal que acreditei logo que depois dos adeptos até a águia fugiu do estádio da luz.
Faz-me lembrar a confiança que tenho neste governo.
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